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Concorrentes da Starlink iniciam disputa pela Internet via satélite no Brasil

  • 24 de fev. de 2025
  • 2 min de leitura

Missão da Starlink, da SpaceX (CC0)
Missão da Starlink, da SpaceX (CC0)

A rede de comunicações Starlink do bilionário sul-africano Elon Musk está enfrentando desafios cada vez mais rígidos ao seu domínio da Internet via satélite de alta velocidade, incluindo de empresas chinesas e de um serviço financiado pelo fundador da Amazon, Jeff Bezos.


A SpaceSail, uma empresa sediada em Xangai, assinou um acordo para entrar no Brasil e está em negociações com mais de 30 países. Dois meses após o acordo, a empresa já começou a operar no Cazaquistão.


Mas não são apenas as empresas chinesas as interessadas no mercado brasileiro. Recentemente o Brasil também iniciou negociações com o serviço de Internet Project Kuiper de Jeff Bezos e a Telesat do Canadá.


Desde 2020, a Starlink lançou mais satélites em órbita baixa da Terra (LEO, na sigla em inglês) do que todos os seus concorrentes juntos, fornecendo Internet de alta velocidade para áreas remotas e militares em guerra e esta liderança de Musk no espaço tem sido vista por governos e analistas como uma ameaça, aquecendo o investindo em sistemas rivais e pesquisas militares.


A China lançou um recorde de 263 satélites LEO no ano passado em uma tentativa de rivalizar com a empresa de Musk. O governo brasileiro vê a concorrência para a Starlink como positiva, pois busca Internet de alta velocidade para áreas distantes preferencialmente mais barata.


Segundo a Reuters, poucos rivais internacionais têm a mesma ambição que a SpaceSail de Xangai. A empresa planeja lançar 648 satélites LEO neste ano e até 15.000 até 2030. A Starlink tem cerca de 7.000 satélites e pretende operar 42.000 até o final da década.


A constelação Qianfan da SpaceSail marca o primeiro avanço internacional da China na banda larga via satélite. Pequim planeja lançar 43.000 satélites LEO nas próximas décadas. Se por um lado a ocupação da órbita baixa da Terra pelos satélites de Musk preocupa o "mercado", os formuladores de políticas ocidentais se preocupam ainda mais com a China, argumentando que é uma questão de "segurança".


Em um cenário de disputa hegemônica entre EUA e China pela liderança tecnológica em diversos setores, pesquisadores do Conselho de Política Externa dos Estados Unidos sugerem que Washington deve aumentar a cooperação com nações do Sul Global para contestar a incursão da China no domínio digital.


A rápida expansão da Starlink e seu uso no conflito em curso na Ucrânia atraíram a atenção de pesquisadores militares chineses, levando a um financiamento significativo para redes de satélite rivais. A China está desenvolvendo ferramentas para rastrear a constelação da Starlink, com pesquisas focadas em redes de satélite de baixo custo e sistemas de comunicação de baixa latência.


Da Sputnik Brasil, parceira do TODA PALAVRA

 
 
 

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