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Corte de Haia ordena fim da ocupação de Israel na Palestina

  • 19 de jul. de 2024
  • 2 min de leitura

Sessão da Corte Internacional de Justiça das Nações Unidas, realizada em 19 de fevereiro (Frame/TV ONU)

O enviado especial da Autoridade Nacional Palestina (ANP) para Assuntos Internacionais, Riyad al-Malki, repercutiu nesta sexta-feira (19) a decisão da Corte Internacional de Justiça (CIJ), que reconheceu a ocupação ilegal por Israel de territórios palestinos, apontando que houve anexação.


O enviado especial ainda pediu que todos os países reconsiderarem suas relações com Israel diante do reconhecimento da Justiça internacional de que houve anexação dos territórios palestinos por Tel Aviv.


"A Corte ordenou o fim da ocupação ilegal de Israel. Isso significa que todos os Estados e a ONU [Organização das Nações Unidas] devem imediatamente revisar suas relações bilaterais com Israel para garantir que suas políticas não contribuam para a contínua agressão de Israel contra o povo palestino", declarou al-Malki à imprensa ao final da sessão do Tribunal de Haia.


A CIJ também emitiu um parecer consultivo sobre as consequências da ocupação israelense dos territórios palestinos. Entre 19 e 26 de fevereiro, o órgão internacional realizou audiências às consequências da ocupação israelense dos territórios palestinos, incluindo a região de Jerusalém Oriental. As discussões também contaram com a participação de três organizações internacionais: a Liga Árabe, a Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) e a União Africana.


A delegação palestina pediu à CIJ que declarasse ilegal a anexação de seus territórios, em meio à última esperança para uma solução de dois Estados.


Guerra na Faixa de Gaza

As tensões entre Israel e a Palestina estão em um dos piores níveis da história desde 7 de outubro do ano passado, quando um ataque coordenado pelo Hamas contra mais de 20 comunidades israelenses resultou em aproximadamente 1,2 mil mortos, além da captura de 253 reféns, dos quais cerca de 100 foram posteriormente libertados em troca de prisioneiros.


Em retaliação, Israel declarou guerra ao Hamas e lançou uma série de bombardeios sobre Gaza, que até agora resultaram em quase 39 mil mortos e mais de 89,3 mil feridos.


Rússia e outros países, como o Brasil, instam Israel e o Hamas a negociarem um cessar-fogo e defendem uma solução de dois Estados, aprovada pela ONU em 1947, como o único caminho possível para alcançar uma paz duradoura na região.


Fonte: Agência Sputnik

 
 
 

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