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Democracia corintiana detona Marcelinho Carioca

  • 29 de jul. de 2020
  • 2 min de leitura

"Em 1982, 1983, até 1985 essa camisa aqui era da democracia corintiana, essa camisa representa liberdade, representa democracia, e nenhum ex-jogador tem o direito de representar o clube politicamente". Com essas palavras contundentes, o ex-jogador Casagrande, hoje comentarista de TV, reprovou o encontro de Marcelinho Carioca com o presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, no qual o presidente vestiu a camisa do Corinthians. O encontro repercutiu tão mal entre corintianos, que o patrocinador master do clube, o banco BMG, demitiu Marcelinho do cargo de embaixador da marca. No Twitter, a hashtag #VergonhaBMG rapidamente entrou entre os assuntos mais comentados desta quarta-feira (29).

Casagrande, crítico contumaz do governo Bolsonaro, e sem citar o nome de Marcelinho, fez questão de destacar o passado de luta dos jogadores do Corinthians pela democracia e pelo fim da ditadura no início dos anos 80. "Eu cheguei em 1975 nesse clube aqui, no Corinthians, comecei minha vida lá, corintiano de garoto, cheguei para jogar no dente de leite, nas categorias de base do Corinthians. Em 1979, a torcida do Corinthians abriu uma faixa no Pacaembu dizendo "anistia para os presos políticos e exilados políticos", disse Casagrande, que ao lado de Sócrates foi um dos líderes da Democracia Corintiana naqueles anos.


Marcelinho foi até Brasília para se encontrar com Bolsonaro, segundo ele, para falar da "MP do Mandante" - conhecida também como "MP do Flamengo" -, sobre os direitos de transmissão de televisão, que faz parte da guerra travada pelo presidente com a Rede Globo.

Tanto o Corinthians, quanto o Banco BMG, emitiram notas oficiais negando qualquer envolvimento no encontro. Ambos afirmaram que não enviaram as camisas e que a iniciativa partiu única e exclusivamente de Marcelinho.


 
 
 

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