Depois de Talíria, Paulo Eduardo também é ameaçado


Paulo Eduardo é líder do PSOL na Câmara de Niterói

O vereador e líder do PSOL na Câmara, Paulo Eduardo Gomes, deu entrada em uma queixa-crime no Núcleo de Investigação Penal do Ministério Público em razão de ameaça sofrida no dia 1o de setembro pelo Facebook. Assim como a deputada federal Talíria Petrone, também do PSOL do Rio de Janeiro, que chegou a procurar ajuda da ONU recentemente em razão das ameaças de morte que vem recebendo, Paulo Eduardo é mais um parlamentar que se diz vítima do ódio político.

Em manifestação feita pelo Facebook, o acusado teria enviado uma mensagem afirmando que “vocês são a doença e a bala é a cura”, referindo-se ao parlamentar e ao seu partido, o PSOL.

Na petição encaminhada à Promotora de Justiça de Investigação Penal da 2ª Central de Inquéritos do MP-RJ consta que "está evidente a presença do elemento normativo "injusto" e “grave” descrito no tipo penal do artigo 147 do Código Penal, pois a utilização de violência como resposta a eventuais divergências políticas é absolutamente transgressora do contexto democrático".

"Fazemos questão de encaminhar formalmente esse tipo de denúncia para a apreciação dos órgãos de justiça, uma vez que as ameaças e intimidações vêm se tornando cada vez mais frequentes. Precisamos nos prevenir e combater esse tipo de política de ódio que já vitimou nossa companheira Marielle e que fez a deputada federal Talíria Petrone, também do nosso partido, procurar a ONU, para tentar de fato conseguir proteção estatal, após tantas ameaças de morte", disse o vereador Paulo Eduardo.

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