Dr. Jairinho alega 'saudável relação afetiva' com Henry


(Reprodução)

Preso e acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro pelo assassinato do menino Henry Borel, de 4 anos de idade, Dr. Jairinho (sem partido) apresentou nesta sexta-feira (21) sua defesa ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Vereadores do Rio, que analisa a cassação de seu mandato. No documento, o parlamentar afirma que mantinha "saudável relação afetiva" com o enteado.

Assinado pelo advogado Berilo Martins da Silva Neto, a defesa afirma que a perda definitiva do mandato seria um "verdadeiro instrumento de resposta ao clamor social, por até o momento sequer houve julgamento" e alega que o processo de cassação é "açodado", "carece de qualquer base legal" e tem "arrimo em matérias jornalísticas".

Jairinho e a namorada, Monique Medeiros, mãe do menino, estão presos há 43 dias sob acusação de homicídio triplamente qualificado.

O vereador Luiz Ramos Filho (PMN), substituto de Jairinho na Comissão de Ética e escolhido como relator do caso, disse que "ainda que o vereador renunciasse ao mandato, não paralisaria o processo de cassação".

A comissão deve decidir nos próximos 30 dias se envia o processo à Mesa Diretora da Câmara para ser incluído na Ordem do Dia e ser submetido à votação no Plenário, sendo necessários dois terços dos votos dos votos para a cassação.

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