Epidemia de obesidade ameaça prontidão militar dos EUA


(Reprodução)

A epidemia de obesidade está afetando a prontidão de combate do Exército dos EUA, escreve o Daily Express citando dados de uma pesquisa científica.

De acordo com um estudo, elaborado pela cientista nutricional Sara Police e seus colegas do Colégio da Medicina da Universidade de Kentucky, a questão do excesso de peso, apesar de todos os esforços do Pentágono e de outras entidades, tem tido um impacto negativo sobre o Exército dos EUA, e os riscos associados à segurança nacional são simplesmente "enormes".

"Este é um problema complexo que tem um profundo impacto na segurança nacional, limitando o número de recrutas disponíveis, diminuindo as candidaturas ao reingresso e potencialmente reduzindo a eficácia das missões", aponta a especialista.

Os pesquisadores descobriram que hoje o contingente que passa por treinamento militar inicial mudou significativamente. Assim, está aumentando a porcentagem de mulheres e representantes de minorias étnicas entre os novos recrutas.

Ao mesmo tempo, é entre as mulheres e as minorias que existe uma percentagem crescente de pessoas com tendências para a obesidade.

Além disso, os representantes destes grupos também estão em risco de "aumento da insegurança alimentar", o que, por sua vez, também aumenta o risco de excesso de peso.

"O menor acesso a alimentos saudáveis também leva a problemas psicológicos – ansiedade e outros. Esses problemas, por sua vez, dificultam [manter] a estabilidade do pessoal militar e reduzem a prontidão de combate", observa o artigo.

Não obstante o excesso de peso, em geral, a partir da década de 1960, o número de recrutas admitidos no Exército dos EUA duplicou no segmento masculino e triplicou no feminino, conclui o artigo.


Fonte: Agência Sputnik

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