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Gases afetam camada de ozônio e raios UV atingem ponto máximo

  • 15 de set. de 2024
  • 2 min de leitura

O excesso de queimadas, a seca extrema e as mudanças climáticas formam um combo caótico que eleva os riscos de doenças, não só pela ingestão de fumaça e partículas, mas também pela radiação solar. Ou seja, além de problemas respiratórios, também há riscos para a pele. Ao 'furar' a camada de ozônio, que exerce a função de filtro dos raios solares, os grandes volumes de gases emitidos pelos incêndios florestais permitem que mais radiação UV chegue à terra.

Reprodução

Em São Paulo, onde a temperatura despencou de 35ºC para 17ºC neste domingo (15/9), e voltará para a casa dos 35ºC durante a semana, o alerta do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), ligado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), é de que na próxima quinta-feira (19/9) a população ficará exposta ao índice 11 de radiação ultravioleta (IUV).


É o ponto mais alto na escala de medição, considerado extremo pela Organização Mundial da Saúde. (OMS). Neste patamar, os raios solares podem causar queimaduras na pele e danos aos olhos, entre outros problemas. A radiação excessiva deverá afetar a população paulista até sexta-feira (20/9).

Camada de ozônio / Reprodução

Prevenção


Regiões do país onde a radiação UV não chegará ao ponto máximo nesta semana também estão expostas a índices acima do normal. Sendo assim, a orientação das autoridades de saúde à população é para evitar a exposição direta ao sol, especialmente entre as 11h e 16h.

Fumaça das queimadas sobre o Brasil / Inpe

Os profissionais que trabalham ao ar livre, assim como pessoas que tiverem necessidade de sair à rua nesse horário, devem se proteger com chapéu, boné, óculos escuros e, se possível, filtro solar. Além disso, aumentar a ingestão de água potável; ficar abrigado em locais mais frescos; evitar atividades físicas em áreas abertas e ficar longe dos focos de queimadas.

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Confira outras recomendações:


Pessoas com comorbidades, crianças, gestantes e idosos são mais vulneráveis aos efeitos à saúde decorrentes da exposição à poluição do ar e ao calor extremo e precisam de cuidados maiores e manutenção de consultas em dia;


Em caso de sintomas de náuseas, vômitos, febres, falta de ar, tontura, confusão mental ou dores intensas de cabeça, no peito ou abdômen, buscar atendimento médico;


Animais de estimação devem ser mantidos à sombra e em locais bem ventilados, com bastante oferta de água fresca.

 
 
 

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