Giordano quer renda mínima para trabalhadores da Cultura de Niterói


Giordano: apoio à cultura em tempos de pandemia

A união entre artistas e poder público, uma das razões pelas quais Niterói é considerada grande referência em cultura no Brasil, fez nascer a iniciativa de um Projeto de Lei que pode garantir renda mínima emergencial aos trabalhadores locais da cultura enquanto perdurar o estado de emergência em saúde pública decretado em função da pandemia da Covid-19. A classe artística é uma das categorias mais afetadas pelo distanciamento social provocado pelo novo coronavírus, que paralisou espetáculos e shows, esvaziando plateias. No dia 16 de março, o prefeito Rodrigo Neves publicou um decreto suspendendo a visitação pública de todos os equipamentos públicos municipais de cultura para evitar aglomerações.  "Quem vive de cultura na cidade de repente teve que cancelar turnês, produções e adiar espetáculos. Foi uma decisão necessária e acertada para a redução do contágio, mas precisamos minimizar cada vez mais os prejuízos", explica Giordano, autor do projeto e de outras iniciativas que já favoreceram trabalhadores autônomos, da economia solidária, artesãos, ambulantes, pescadores e taxistas.  O projeto prevê o pagamento mensal de 50% do valor do salário mínimo até que a vida volte à normalidade. Os recursos sairão do Fundo Soberano dos Royalties do Petróleo. Serão contemplados trabalhadores da cultura que forem cadastrados na Secretaria Municipal das Culturas até o dia  31 de junho de 2020.

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