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Governo Lula terá relação 'pragmática' com Trump, diz Amorim

  • 6 de nov. de 2024
  • 2 min de leitura

Atualizado: 6 de nov. de 2024


O assessor especial da Presidência, Celso Amorim (Reprodução/Redes sociais)

Após uma das eleições mais acirradas da história, o ex-presidente dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump, derrotou a democrata Kamala Harris ao alcançar mais de 270 delegados nesta quarta-feira (6). Apuração segue em andamento no país, mas vários líderes mundiais já se pronunciaram, incluindo Lula.


No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou por, diversas vezes, a "preferência" pela vitória da vice-presidente Kamala Harris para as relações entre Brasil e Estados Unidos. Apesar disso, o assessor especial a Presidência da República, Celso Amorim, afirmou ao Globo que o governo federal terá uma relação "pragmática" com o republicano Donald Trump, que assume a presidência norte-americana a partir de janeiro.


Conforme Amorim, a postura é diferente nas campanhas eleitorais, em que podem ocorrer diversos ataques, mas após conseguir um novo mandato, a expectativa é de que Trump seja mais comedido com o governo Lula. Durante a apuração dos votos nos Estados Unidos, o deputado federal e filho do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro (PL), Eduardo Bolsonaro, acompanhou o processo na residência do republicano na Flórida. Apesar dessa proximidade, o ex-chanceler não acredita que o movimento político do ex-presidente ficará fortalecido no Brasil.


"Acho que o bolsonarismo não se fortalece, cada país é um país. A economia brasileira está se fortalecendo. Lula está sabendo conduzir, de modo a não radicalizar com os adversários", disse.


Além disso, o assessor especial adiantou que Lula está aberto ao diálogo e disse que ainda "é cedo" para saber se terá alguma conversa entre os dois antes da posse.


"Vamos manter o pragmatismo como mantivemos com Bush. Ele [Lula] demonstrou simpatia à Kamala, mas muito mais graves foram as críticas que o Brasil fez ao [George W.] Bush no ataque ao Iraque. Isso não nos impediu de ter boas relações. O Brasil fez críticas muito fortes ao Bush, não aprovou a Alca, e o Bush veio aqui duas vezes, colocou o capacete da Petrobras", pontuou.


Mais cedo, Lula parabenizou Trump pela vitória eleitoral e declarou que "o mundo precisa de diálogo e trabalho conjunto para termos mais paz, desenvolvimento e prosperidade".


Já o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que "o dia amanheceu mais tenso" após o anúncio da vitória de Trump e pontuou que o atual momento é ainda mais desafiador. Apesar disso, viu o discurso de vitória mais moderado do que o ocorrido ao longo da campanha.


"Então nós temos que aguardar um pouquinho e cuidar da nossa casa. Cuidar do Brasil, das finanças e da economia para ser o menos afetado possível, qualquer que seja o cenário externo", disse.


Haddad também comentou que, ao longo da campanha, as falas de Trump causaram "pressão nos mercados emergentes, países endividados e na Europa".


Da Sputnik Brasil

 
 
 

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