Guedes culpa guerra na Ucrânia por menor salário mínimo


(Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

Nesta segunda-feira (9), foi divulgado que o governo Bolsonaro é a primeira gestão, desde o Plano Real, que terminará a administração com o salário mínimo valendo menos do que quando o presidente assumiu o cargo.

Cálculos da consultoria Tullett Prebon Brasil citados pelo Globo apontam que a perda do poder de compra do salário mínimo ao fim da gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL) será de 1,7%, já descontada a inflação.

No entanto, o ministro da Economia, Paulo Guedes, justificou que a falta de aumento do salário mínimo é um reflexo dos efeitos de duas "guerras" que atingiram o Brasil: a crise sanitária da covid-19 e os efeitos do conflito entre Rússia e Ucrânia.

"A verdade é que essa geração pagou pela guerra. Nós fizemos sacrifício e ficamos sem aumento de salário, tivemos uma recuperação econômica forte. Não houve aumento de salário real, porque durante uma guerra normal que haja perdas importantes", afirmou o ministro.

Guedes acrescentou que "nós estamos lutando para preservar pelo menos um salário mínimo, para preservar os empregos, para preservar a capacidade de investimento do país".


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