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Implicações do ataque à Venezuela e como trazer o mundo de volta do abismo

  • 3 de fev.
  • 3 min de leitura

Ataque das forças militares dos EUA contra a Venezuela, na madrugada de 3 de janeiro (Fotos Públicas)
Ataque das forças militares dos EUA contra a Venezuela, na madrugada de 3 de janeiro (Fotos Públicas)

Um grupo de estadistas e especialistas internacionais participou de uma mesa redonda de emergência da Executive Intelligence Review (EIR), no último dia 12 de janeiro, intitulada "É Pior do Que Você Pensa: As Implicações Estratégicas do Ataque à Venezuela e Como Trazer o Mundo de Volta do Abismo”. O evento foi convocado pela editora-chefe da EIR e fundadora do Instituto Schiller, Helga Zepp-LaRouche, e abordou a criação de uma nova ordem de segurança e desenvolvimento, para restaurar o direito internacional em meio ao colapso da atual ordem política e econômica mundial.


Os participantes discutiram a necessidade de contatar globalmente organizações da sociedade civil, centros de pesquisa (thinktanks) e governos, para elaborar uma estratégia que salve o "mundo do abismo" do caos econômico e político e da guerra global, antes que seja tarde demais. Conclamaram essas organizações da sociedade civil, centros de pesquisa, organizações religiosas e indivíduos a unirem forças para tomar as medidas necessárias imediatamente em prol de uma nova arquitetura de segurança e desenvolvimento, no momento em que a atual chamada "ordem baseada em regras" está em colapso.


A Declaração afirma:


"Após nos reunirmos em 12 de janeiro de 2026 em uma mesa redonda virtual internacional de emergência, nós, os abaixo assinados, emitimos este apelo à comunidade mundial. Unimo-nos para catalisar ações que acreditamos serem necessárias para evitar que a civilização humana mergulhe em uma catástrofe potencialmente fatal...


"Esta deplorável situação atual exige uma intervenção urgente, tanto por parte das instituições quanto das pessoas de boa vontade do mundo. Propomos, portanto, a criação de uma Iniciativa da Sociedade Civil Mundial, para trabalhar em conjunto com organizações religiosas e outros grupos da sociedade civil, e com a ONU como parceira central, a fim de defender a Carta das Nações Unidas e os Cinco Princípios de Coexistência Pacífica de 1954...


* “A criação de equipes para trabalhar em aspectos da reconstrução do sistema mundial. Por exemplo:


1) a elaboração de uma “Ponte Terrestre Mundial”, de corredores de desenvolvimento econômico para todos os continentes;


2) a criação de equipes ad hoc que devem condenar a intervenção estrangeira descarada nos assuntos internos da Venezuela e quaisquer intervenções semelhantes nos assuntos internos de Estados soberanos em qualquer parte do mundo, bem como o genocídio em curso em Gaza e violações semelhantes da dignidade humana em outros lugares;


3) a reorganização do sistema financeiro mundial, incluindo a criação de bancos nacionais para cada país e um novo sistema de pagamentos dedicado à economia física...


"Um Grupo de Ação Imediata para implementar essa perspectiva está sendo constituído. Ele está aberto a representantes de qualquer organização/instituição, bem como a indivíduos, que desejem participar da criação de uma iniciativa mundial da sociedade civil comprometida com o interesse da humanidade, e a garantir a adesão de uma ONU reformada a esse ideal. Caberá aos respectivos representantes de todas as nações determinar qual é a ação direta não violenta apropriada, na tradição de Mahatma Gandhi, Martin Luther King Jr. e Nelson Mandela, em seus países."


Os signatários iniciais são:

1. Helga Zepp-LaRouche , fundadora do Instituto Schiller, editora-chefe da EIR

2. Naledi Pandor, ex-ministra das Relações Internacionais e Cooperação da África do Sul

3. Zhang Weiwei , professor de Relações Internacionais da Universidade Fudan em Xangai

4. Dmitri Trenin , diretor e supervisor acadêmico do Instituto de Economia e Estratégia Militar Mundial da Universidade HSE em Moscou

5. Donald Ramotar , ex-presidente da Guiana

6. María de los Ángeles Huerta , ex-deputada federal mexicana

7. Namit Verma , autor e analista de segurança indiano

8. Dennis Small , diretor da EIR para a Ibero-América

9. Tenente-coronel Ralph Bosshard (reformado, Exército Suíço), ex-conselheiro militar do secretário-geral da OSCE.


Os protestos são necessários contra as violações flagrantes do direito internacional e interno que estamos vendo hoje. Mas, para serem bem-sucedidos, esses protestos devem lutar por soluções baseadas em princípios superiores do Direito Natural, que resolvam todas as diversas crises que enfrentamos hoje, em vez de tentar resolver cada crise separadamente. Uma nova mesa-redonda internacional de emergência fica agendada provisoriamente para 2 de março de 2026.


Texto dos discursos dos especialistas na Mesa-Redonda da EIR, com introdução que resume o evento (em inglês): https://larouchepub.com/eiw/public/2026/eirv53n03-20260123/index.html, EIR Volume 53, Number 3, January 23, 2026


Vídeo de 40 minutos, com trechos seleccionados de cada palestra, em inglês: EIR Emergency Roundtable HIGHLIGHTS — The Attack on Venezuela & How to Bring the World Back (https://www.youtube.com/watch?v=SYGTUIcwIFY) —, e em espanhol, Selecciones de la Mesa Redonda de emergência de EIR: "El ataque a Venezuela y cómo sacar al mundo del abismo" (https://larouchepub.com/spanish/events/2026/0112-mesa-redonda-pero-q-crees-extractos.html).


Fonte: Executive Intelligence Review (EIR), parceira do TODA PALAVRA

 
 
 

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