top of page

Inédito, comandante de Bolsonaro falta à troca de chefia da Marinha

  • 5 de jan. de 2023
  • 2 min de leitura

Almirante Olsen, novo comandante da Marinha ao lado do ministro da Defesa, José Múcio (Foto: Marinha do Brasil)

O bolsonarismo parece ter fincado raízes entre alguns membros do alto escalão das Forças Armadas. Nesta quinta-feira (05), pela primeira vez desde a redemocratização um ex-comandante da Marinha não participou da tradicional cerimônia de passagem de comando da Força.


De acordo com a Folha de S. Paulo, relatos de pessoas próximas ao almirante Almir Garnier Santos dão conta de que a decisão do militar de faltar ao evento de passagem ocorreu por questões políticas e contrariedades com a vitória eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


Sem citar a ausência de seu antecessor ao assumir oficialmente o cargo nesta quinta-feira, o novo comandante da Marinha, almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen, que estava no cargo de forma interina desde 31 de dezembro - escolhido pelo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, seguindo o critério de antiguidade -, agradeceu ao presidente Lula e elogiou as orientações iniciais do novo governo que, segundo ele, manifestou boa vontade para garantir o orçamento necessário para assegurar “capacidade e prontidão operacional” à força militar que será comandada por ele.


“Expresso aqui notória gratidão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo apanágio ao nomear-me comandante da Marinha. Agradeço o introdutório de orientações e estímulo, particularmente ao referir-se à necessidade premente de prover o requerido espaço orçamentário para aumentar a capacidade e prontidão operacional da Marinha”, disse, acrescentando “asseverar lealdade, comprometimento, disponibilidade e diligência” na condução da força naval.


Ele reiterou o compromisso de avançar nas políticas estratégicas e planos nacionais e setoriais de defesa, e cobrou de seus pares que deem continuidade ao aprimoramento profissional tendo como base no Plano Estratégico da Marinha.


“Destaco adicionalmente os programas estratégicos da Marinha, rastro para se constituir força moderna, prestada e motivada, com alto grau de independência tecnológica, composta por meios pessoal e material compatíveis com a dinâmica e amplitude atuais do emprego do poder naval”, disse.


O ministro da Defesa, José Múcio, disse em seu pronunciamento, que o ritmo da construção naval é imprescindível para a modernização do poderio naval brasileiro, destacando o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) - programa firmado em parceria com a França em 2008, no segundo governo de Lula -, a construção do primeiro submarino com propulsão nuclear e de quatro fragatas de classe Tamandaré e de patrulhas oceânicas, bem como do navio de apoio antártico.


“Essas iniciativas concorrem para o desenvolvimento científico, tecnológico, industrial e social, na medida em que gera emprego de qualidade para a população brasileira em diferentes polos de produção”, disse.

 
 
 

Comentários


cvv.jpg
image_url=https___imageproxy.youversionapi.com_640x640_https___s3.amazonaws.com_static-you
Chamada Sons da Rússia5.jpg

A equipe

Editor Executivo: Luiz Augusto Erthal. Editoria Nacional: Vanderlei Borges.

Editor Assistente: Osvaldo Maneschy. Editor de Arte: Augusto Erthal (in memoriam).

Financeiro: Márcia Queiroz Erthal. Circulação, Divulgação e Logística: Ernesto Guadalupe.

  • contact_email_red-128
  • Facebook - White Circle
  • Twitter - White Circle

Os conceitos emitidos nas matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem necessariamente a opinião do jornal. As colaborações, eventuais ou regulares, são feitas em caráter voluntário e aceitas pelo jornal sem qualquer compromisso trabalhista. © 2016 Mídia Express Comunicação.

Uma publicação de Mídia Express 
Comunicação e Comércio Ltda.Rua Eduardo Luiz Gomes, 188, Centro, Niterói, Estado do Rio, Cep 24.020-340

jornaltodapalavra@gmail.com

bottom of page