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Irmãos Brazão são separados e transferidos para presídios federais

  • 27 de mar. de 2024
  • 2 min de leitura

(Foto: Alerj)

Chiquinho Brazão e Domingos Brazão deixaram a Penitenciária Federal de Brasília, no Distrito Federal. Já o ex-chefe da Polícia Civil Rivaldo Barbosa, também preso por suspeita de envolvimento no crime, permanecerá em Brasília.


Os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, presos preventivamente por suspeita de serem mentores do assassinato da vereadora Marielle Franco, em 2018, que resultou também na morte do motorista Anderson Gomes, foram separados e transferidos do presídio em que estavam nesta quarta-feira (27).


Em operação realizada pela Polícia Federal (PF) pela manhã, eles deixaram a Penitenciária Federal de Brasília (DF), onde estavam sendo mantidos desde o dia 24, e foram levados para penitenciárias federais em Campo Grande (MS), destino de Chiquinho, e Porto Velho (RO), destino de Domingos.


Já Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro — que também foi preso acusado de estar envolvido na trama do crime e de fazer uso do cargo para dificultar as investigações —, permanecerá em Brasília.


Na última terça-feira (26), integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados adiaram a votação sobre a prisão preventiva de Chiquinho Brazão, atualmente deputado federal, recentemente expulso do União Brasil, partido pelo qual se elegeu. O adiamento se deu após um pedido de vista, e a votação deve ser retomada em meados de abril, quando o tema será novamente analisado em plenário da Câmara.


Os irmãos Brazão foram citados como mandantes do assassinato de Marielle Franco em depoimentos do ex-policial militar Ronnie Lessa, preso desde 2019, sob acusação de ser autor dos disparos que mataram a vereadora. No dia 19 de março, o Supremo Tribunal Federal (STF) homologou o acordo de delação premiada de Lessa. A inteligência da PF indicou que os irmãos Brazão estavam em alerta desde a homologação.


Segundo Lessa, os acusados de serem os mandantes do crime integram um poderoso grupo político no Rio de Janeiro, com vários interesses em diversos setores no estado. Em sua delação, o assassino da vereadora deu detalhes de encontros com os supostos mandantes e ofereceu indícios sobre as motivações.


Da Sputnik Brasil

 
 
 

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