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Justiça manda prender Gusttavo Lima em investigação sobre bets


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(Reprodução/Redes sociais)

A Justiça de Pernambuco determinou nesta segunda-feira (23) a prisão preventiva do cantor sertanejo Gusttavo Lima e do empresário Boris Padilha, investigados por suposto envolvimento em uma organização criminosa e lavagem de dinheiro em esquema de jogos de azar.


A decisão é da juíza Andrea Calado da Cruz, do Tribunal de Justiça do estado, e acontece no âmbito da Operação Integration, que investiga movimentação de bilhões de reais provenientes de jogos ilegais envolvendo bets e lavagem de dinheiro. A operação é a mesma que também prendeu, há três semanas, a influenciadora e advogada Deolane Bezerra. Nesta segunda-feira, a Justiça de Pernambuco negou recurso e manteve o decreto de prisão da influenciadora.


A juíza afirma que Gusttavo Lima, ao abrigar foragidos e manter transações financeiras suspeitas com eles, demonstra desrespeito à Justiça e levanta dúvidas sobre seu envolvimento em atividades criminosas. Ela destaca que, após uma viagem à Grécia, o avião que transportou o cantor e outros investigados pode ter deixado dois deles no exterior, o que reforça a gravidade do caso e a necessidade de uma investigação aprofundada, evidenciando a cumplicidade do cantor com criminosos e a ameaça à integridade do sistema judicial.


"Esses indícios reforçam a gravidade da situação e a necessidade de uma investigação minuciosa", disse a magistrada, que também determinou o sequestro cautelar de todos os imóveis matriculados com o CPF de Gusttavo Lima, e o bloqueio financeiro no valor de R$ 2 milhões, pelo período de 60 dias. Determinou também a suspensão de passaporte e de certificado de registro de armas de fogo.


Na decisão, Calado da Cruz ainda destaca que a riqueza não deve ser usada como escudo para impunidade.


“É fundamental ressaltar que, independentemente de sua condição financeira, ninguém pode se furtar à Justiça. A riqueza não deve servir como um escudo para a impunidade, nem como um meio de escapar das responsabilidades legais”, escreveu a magistrada, citado pelo portal Metrópoles.


A decisão acatou um pedido da Polícia Civil de Pernambuco, apesar da recomendação do Ministério Público de substituir as prisões preventivas por medidas alternativas. O caso corre em sigilo.


Cantor reafirma inocência

Em nota, a assessoria de Gusttavo Lima disse que ele ficou sabendo do pedido de prisão preventiva pela mídia, mas que todas as medidas cabíveis já estavam sendo tomadas. Reafirmou também a inocência do cantor e que os fatos haviam sido esclarecidos perante a Justiça.


"Ressaltamos que é uma decisão totalmente contrária aos fatos já esclarecidos pela defesa do cantor e que não serão medidos esforços para combater juridicamente uma decisão injusta e sem fundamentos legais", diz parte da nota.

 
 
 

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