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Ligados ao Hezbollah, brasileiros planejavam ataques no Brasil, afirma PF


(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Nesta quarta-feira (8), a Polícia Federal (PF) prendeu duas pessoas suspeitas de ligação ao Hezbollah. Segundo a PF, os brasileiros estariam planejando ataques contra edifícios pertencentes à comunidade judaica do Brasil.


Segundo a investigação, os atos que estavam sendo planejados no Brasil, considerados de terrorismo, tinham como foco ataques a prédios da comunidade judaica.


Em Minas Gerais, segundo a PF, a Operação Trapiche cumpriu sete mandados de busca e apreensão; no Distrito Federal, três; e, em São Paulo, um de busca e dois de prisão temporária. Outras duas pessoas alvos de pedido de prisão estão no Líbano, país do Oriente Médio onde nasceu o grupo islâmico.


Com base na legislação, dada a natureza dos ataques planejados, tanto os recrutadores quanto os recrutados podem responder pelos crimes de constituir ou integrar organização terrorista e de realizar atos preparatórios de terrorismo, cujas penas máximas, se somadas, chegam a 15 anos e 6 meses de reclusão.


Flávio Dino

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, destacou que não existe motivação ideológica na Operação Trapiche.


"A Polícia Federal está realizando uma investigação em torno da hipótese de uma rede terrorista buscando se instalar no Brasil. A Polícia Federal está investigando e mostrando que, neste caso, nós só temos um lado, é o lado da lei, dos compromissos internacionais que o Brasil assumiu", disse.

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