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Lula convida papa a fazer campanha para tornar mundo 'mais humano'


Na cidade italiana de Brindisi, após discursarem na cúpula do G7 - que reúne as principais economias do mundo -, nesta sexta-feira (14), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Papa Francisco tiveram um encontro reservado, no qual discutiram sobre a paz, combate à fome e luta contra a desigualdade no planeta. Lula estava acompanhado da primeira-dama Rosângela da Silva, Janja.


Em seu discurso no G7, Lula voltou a defender a taxação internacional dos super-ricos - que já conta com apoio de países como Estados Unidos e França - e enfatizou: 'É nesse contexto de combate às desigualdades que se insere a proposta de tributação internacional justa e progressiva que o Brasil defende no G20. Já passou da hora dos super-ricos pagarem sua justa contribuição em impostos”.


Lula afirmou na sequência que a “concentração excessiva de poder e renda representa um risco à democracia”.


O Papa, por sua vez, alertou sobre o uso crescente em guerras de armas autônomas, com os recursos da inteligência artificial:


“Em um drama como o dos conflitos armados, é urgente repensar o desenvolvimento e o uso de dispositivos como as chamadas ‘armas autônomas letais’, a fim de banir a sua utilização (…). Nenhuma máquina, em caso algum, deveria ter a possibilidade de optar por tirar a vida a um ser humano”, afirmou Francisco.


No encontro reservado com o papa, Lula citou os exemplos de desigualdade no mundo, dizendo: “Desigualdade de raça, desigualdade de gênero, desigualdade na educação, desigualdade na saúde… Eu quero ver se a gente faz uma campanha para tornar o mundo mais humano”. E Francisco respondeu: “Você pode fazer isso”....


Em postagem com um breve vídeo publicada em seu perfil oficial no Instagram, Lula escreveu: 'Encontro com Sua Santidade, o Papa Francisco. Conversamos sobre paz, combate à fome e a necessária redução das desigualdades no mundo."




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