Lula fecha maior aliança de sua história e une 9 partidos


(Foto: Ricardo Stuckert)

Desde que disputou a presidência pela primeira vez em 1989, o ex-presidente Lula conseguiu reunir, no pleito deste ano, a maior coligação da sua história para concorrer às eleições.

Até a noite de sexta-feira (5), a aliança deste ano contava com nove partidos: PCdoB e PV, que formaram federação com o PT; PSB, por meio do vice Geraldo Alckmin; PSOL, Rede, Solidariedade, Avante e Agir (antigo PTC), conforme o portal UOL.

Na comparação aos demais candidatos, o petista também é o que tem mais conexões estabelecidas com siglas. O Avante e o Agir foram os últimos a entrar no grupo na quinta-feira (4).

O presidente, Jair Bolsonaro (PL), até o momento está coligado a três partidos: PL, PP e Republicanos. Entretanto, possivelmente essas serão as siglas que o acompanharão, visto que a janela para realização de coligações partidárias fechou na sexta-feira (5).

O principal objetivo de Lula em formar grandes associações é reduzir o número de candidatos na disputa eleitoral para vencer no primeiro turno. A lógica é simples: quanto mais candidatos desistirem, maior a possibilidade de o ex-presidente puxar votos. Se os aliados se engajarem na campanha, claro.

Para vencer, o petista precisa ter um voto a mais que a soma dos demais concorrentes. O ex-presidente vem apresentando liderança nas pesquisas desde o ano passado, no entanto, na última pesquisa Genial/Quaest divulgada na quarta-feira (3), sua vantagem sobre Bolsonaro desceu de 14 para 12 pontos - embora a margem de erro da própria pesquisa seja justamente de dois pontos percentuais.

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