Lula mantém liderança nas intenções de voto para 2026, aponta Quaest
- Da Redação

- há 3 horas
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Pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (14) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua favorito absoluto na disputa presidencial de 2026. Ele lidera em todos os cenários testados de primeiro e segundo turno, à frente de todos os outros possíveis candidatos. Na disputa com Flávio Bolsonaro (PL-SP), que já é pré-candidato, Lula aparece com uma vantagem de 17 pontos percentuais (40% a 23%) nas intenções de voto. Em relação ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 14%, a diferença é ainda maior. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%. Foram ouvidos, entre 8 e 11 de janeiro, 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais.
No segundo turno, Lula também permanece à frente dos candidatos da ala bolsonarista e dos demais concorrentes.
Em um dos cenários, Lula aparece com 44% contra 39% de Tarcísio de Freitas, configurando a disputa mais apertada. Na sequência, Lula soma 45% contra 38% de Flávio Bolsonaro. Em outro, o petista aparece com 46% ante 31% do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Nas simulações seguintes, o desempenho do presidente é ainda melhor: 45% a 27% contra Aldo Rebelo (Democracia Cristã) e 46% a 26% contra Renan Santos (Missão).
A pesquisa também apurou a percepção do eleitorado sobre quem vencerá a eleição presidencial. A maioria dos entrevistados afirmou acreditar que Lula será reeleito, independentemente do adversário. Para 56% dos eleitores, Lula será reeleito se o adversário for algum membro da família Bolsonaro. Mesmo se o adversário não tiver o sobrenome 'Bolsonaro', para 45% o presidente sairá vencedor. Neste último caso, os que acreditam na derrota de Lula somam 43%.
O levantamento também apresentou dados de aprovação e desaprovação da gestão de Lula. O trabalho do presidente é desaprovado por 49% dos entrevistados e aprovado por 47%. Como a margem de erro é de dois pontos, os dados mostram estabilidade em relação ao levantamento anterior, divulgado em dezembro do ano passado, quando 48% aprovaram e também 49% desaprovaram.










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