Maduro clama por união nacional após terremoto na Venezuela
- 25 de jun.
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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, sequestrado pelos Estados Unidos no dia 3 de janeiro deste ano, enviou uma mensagem ao seu país após o terremoto registrado nesta quarta-feira (25). Nas redes sociais, Maduro manifestou solidariedade ao povo venezuelano e pediu união.
"Diante do forte terremoto que atingiu nossa pátria, nossas orações estão com as famílias venezuelanas afetadas. Neste momento difícil, clamamos por unidade nacional, serenidade e amor. Nossos corações estão com toda a Venezuela!”
No post, o líder venezuelano pede que ninguém seja deixado para trás e que cada comunidade cuide de suas crianças, de seus idosos, de seus doentes. “Que todos acompanhemos o trabalho das equipes de resgate”, escreveu.
“Neste momento difícil, apelamos à unidade nacional, à serenidade e ao amor concreto: ajudar, proteger, compartilhar, levantar e reconstruir. A Venezuela enfrentou grandes provações e também sairemos desta mais fortes, com fé, disciplina e solidariedade. Nosso coração e nossas orações estão com vocês. Que Deus abençoe e proteja a Venezuela!”
Maduro e sua esposa Cilia Flores estão presos nos Estados Unidos desde janeiro, após serem sequestrados em uma operação militar estadunidense em Caracas. Os dois respondem a um processo criminal e negam as acusações apresentadas pelas autoridades americanas.
Em pronunciamento na televisão estatal, a presidente interina Delcy Rodríguez afirmou que o estado de La Guaira foi o mais atingido.
“Dezenas de prédios desabaram, e estamos realizando esforços de resgate muito intensos para salvar o maior número de vidas que Deus nos permitir salvar”, disse. “Quero dizer também que esta é uma verdadeira tragédia. Daqui, enviamos nossa mensagem de solidariedade e, às famílias que perderam entes queridos, reafirmamos nossas condolências e nosso apoio nestas horas difíceis.”
Rodríguez decretou estado de emergência e anunciou a mobilização de equipes de resgate, segurança e assistência civil para atender as áreas afetadas. As aulas e os serviços não essenciais foram suspensos. Redes de gás e eletricidade também foram desligadas em regiões atingidas.
Até o momento, dados oficiais registram 164 mortos e 970 feridos. Porém, há projeções que apontam para probabilidade de dezenas de milhares de vítimas.









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