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Mauro Cid decide delatar Bolsonaro no caso das joias


Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O advogado Cézar Bitencourt, que representa o tenente-coronel Mauro Cid, revelou à Revista Veja que seu cliente decidiu quebrar o silêncio e que irá deletar Jair Bolsonaro como mandante da venda das joias, relógios, canetas e outros itens recebidos pelo ex-presidente no exterior, ao longo do seu mandato. A revista informa que o militar irá confessar que vendeu pessoalmente os itens, cujos valores alcançam milhares de dólares, nos Estados Unidos e que entregou pessoalmente o fruto dessas transações a Bolsonaro, no Brasil, em dinheiro vivo.

A revelação veio à tona no final de um dia marcado por graves delações feitas pelo hacker Walter Delgatti Neto nesta quinta-feira, 17, em depoimento à CPMI do 8 de janeiro (CPI do Golpe), acusando diretamente Bolsonaro de um plano para fraudar as urnas eleitorais, entre outros crimes. Até o fechamento desta matéria, a defesa do ex-presidente não havia se manifestado sobre as revelações de Veja.

Preso preventivamente no Batalhão da Polícia do Exército, em Brasília, Mauro Cid, que até hoje se manteve calado nas investigações sobre a venda das jóias - patrimônio, por lei, do estado brasileiro -, teria decidido mudar de atitude como uma estratégia de defesa. O advogado disse à Veja que ele vendeu as joias por ordem direta do ex-presidente, a quem servia como ajudante de ordens e, sendo militar, não poderia declinar da missão.

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