Mil dias sem Marielle. Quem mandou matar Marielle?


(Foto: Agência Brasil)

A Anistia Internacional e o Instituto Marielle Franco promoveram um ato nesta terça-feira (8) em frente à Câmara de Vereadores do Rio, na Cinelândia, literalmente, para despertar a sociedade para a investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, há exatos mil dias sem apresentar quem foi o mandante do crime. Os organizadores enfileiraram despertadores na calçada de modo que formou a frase: "1000 dias sem respostas".

A Anistia Internacional destaca que são mil dias também sem justiça e cheios de saudades. Segundo a organização, a ação tem todo o significado de solidariedade à família e de cobrança às autoridades.

"É pela família de Marielle. É pela família de Anderson. É pela democracia brasileira. É pelo estado de direito" e ressalta que exige "saber quem mandou matar Marielle Franco e por quê".

Nesta terça, nas redes sociais, a hashtag "1000diassemMarielle" é um dos assuntos mais comentados do Twitter no Brasil.

O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) também escreveu uma mensagem cobrando uma resposta: "Marielle foi minha grande companheira de luta. Caminhamos juntos por 10 anos no nosso mandato, até ela se eleger vereadora e se tornar ainda mais importante na luta por um Rio melhor. Quem mandou matar Marielle?".

Outra amiga de Marielle, a deputada federal Talíria Petrone (PSOL) escreveu sobre a saudade e também cobrou que a investigação descubra o mandante: "Mil dias sem sua risada. Mil dias sem seu tapa no ombro. Mil dias sem você, Mari. Mil dias que lutamos por respostas: quem mandou matar Marielle? Por quê? Mil dias de luta".

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