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Ministros de Lula vão a velório de membros do MST mortos em SP

  • 12 de jan. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 13 de jan. de 2025


Representando o presidente, ministros Paulo Teixeira e Macaé Evaristo compareceram ao velório (Reprodução)
Representando o presidente, ministros Paulo Teixeira e Macaé Evaristo compareceram ao velório (Reprodução)

O ministro Paulo Teixeira, do Desenvolvimento Social e Agrário, e a ministra Macaé Evaristo, dos Direitos Humanos e Cidadania, participaram, neste domingo (12), do velório das vítimas do ataque a tiros ao assentamento Olga Benário, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Tremembé, no interior de São Paulo, na noite da última sexta-feira.


Paulo Teixeira afirmou ter comparecido a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para prestar condolências e acompanhar de perto as investigações.


“O que a gente espera é que a polícia esclareça a autoria desse crime e o verdadeiro mandante desse crime, e que possa dar segurança a esses assentados que querem tocar a sua vida, querem produzir alimentos. Eles estavam dentro do assentamento, não estavam perturbando ninguém. Eles foram defender o lote”, disse Teixeira.


“Esse fato não constrangerá o programa de reforma agrária. Pelo contrário, ele vai avançar no sentido de assentar pessoas, garantir produção de alimentos e garantir a segurança de todos os assentados”, concluiu.


Macaé Evaristo afirmou que o governo federal dará atenção aos assentamentos do MST em São Paulo, o que vem sendo cobrado publicamente por dirigentes do movimento.


“Seguimos na luta porque a gente sabe que, em São Paulo, precisamos dar uma atenção muito especial, porque os nossos movimentos estão sob linha de fogo e linha de tiro. E o nosso povo não pode perecer por força dos algozes que são aqueles que acham que são donos das riquezas do nosso país”, disse a ministra.


Três assentados morreram no ataque: Gleison Barbosa de Carvalho, de 28 anos, Valdir do Nascimento, de 52 anos, e Denis Barbosa de Carvalho, de 29 anos. De acordo com o MST, os criminosos chegaram atirando indiscriminadamente quando a maioria dos assentados dormia. Além dos três mortos, outras cinco pessoas ficaram feridas. Dez famílias, entre idosos e crianças, estavam no assentamento.


No sábado, um dia depois do crime, a Polícia Civil de São Paulo informou que prendeu um suspeito de ter liderado o ataque. Conhecido como Nero do Piseiro, segundo a polícia, ele já tinha passagem criminal por porte ilegal de arma de fogo. Além de confessar o crime, ele foi reconhecido por vítimas e por testemunhas que viram os criminosos chegando ao local em carros e motos.


Ainda não se sabe, no entanto, a motivação do crime.

 
 
 

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