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Moraes determina prisão de réus do núcleo 4 da trama golpista

  • há 5 dias
  • 2 min de leitura

Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF)
Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF)

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (10) a prisão definitiva de sete condenados do Núcleo 4 da trama golpista ocorrida durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.


A medida foi determinada após o Supremo declarar o trânsito em julgado do processo, ou seja, o fim de possibilidade de apresentação de recursos.


O grupo foi condenado pela acusação de promover ações de desinformação para propagar notícias falsas sobre o processo eleitoral e ataques virtuais a instituições e autoridades, em 2022.


O mandado que autorizou as prisões foi enviado ao Exército, que prendeu, na manhã desta sexta, o major da reserva Ângelo Martins Denicoli, o subtenente Giancarlo Gomes Rodrigues e o tenente-coronel Guilherme Marques de Almeida.


O policial federal Marcelo Araújo Bormevet já estava preso preventivamente e passará a cumprir pena definitiva.


A execução da condenação contra Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, não foi cumprida. Ele é considerado foragido desde dezembro do ano passado, quando foi alvo de um mandado de prisão preventiva.


O coronel do Exército Reginaldo Vieira de Abreu também não foi preso. Ele está nos Estados Unidos.


Ainda não há informações sobre o cumprimento da prisão do major da reserva Ailton Gonçalves Moraes Barros.


Confira a pena dos réus:


  • Ângelo Martins Denicoli (major da reserva do Exército) - 17 anos de prisão em regime fechado;

  • Reginaldo Vieira de Abreu (coronel do Exército) - 15 anos e seis meses de prisão em regime fechado;

  • Marcelo Araújo Bormevet (policial federal) - 14 anos e seis meses de prisão em regime fechado;

  • Giancarlo Gomes Rodrigues (subtenente do Exército) - 14 anos de prisão em regime fechado;

  • Ailton Gonçalves Moraes Barros (major da reserva do Exército) - 13 anos de prisão em regime fechado;

  • Guilherme Marques de Almeida (tenente-coronel do Exército) - 13 anos e seis meses de prisão em regime fechado;

  • Carlos Cesar Moretzsohn Rocha (presidente do Instituto Voto Legal) - 7 anos e seis meses em regime semiaberto.


Os réus foram condenados, em outubro do ano passado, pelos crimes de pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

 
 
 

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