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Moraes mantém prisão de 294 golpistas do 8 de janeiro


(Foto: Joédson Alves/Agência Brasil)

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), finalizou nesta quarta-feira (16) a análise dos pedidos de liberdade de presos pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro.


De acordo com o balanço final divulgado pelo gabinete do ministro, dos 1,4 mil presos no dia dos ataques, 294 (86 mulheres e 208 homens) permanecem no sistema penitenciário do Distrito Federal. Os demais foram soltos por não representarem mais riscos à sociedade e às investigações.


A última análise dos pedidos de liberdade apresentados ao Supremo terminou nesta quinta com a soltura de mais 129 presos, que ganharam liberdade provisória e deverão cumprir as seguintes medidas cautelares: uso de tornozeleira eletrônica; obrigação de apresentação semanal à Justiça; proibição de sair do país, devendo entregar o passaporte à Justiça; suspensão de autorizações de porte de arma para CACs - caçadores, atiradores e colecionadores; proibição de usar as redes sociais e proibição de comunicação com outros investigado.


Os acusados que permaneceram presos respondem pelas condutas de incitação ao crime, incitação de animosidade das Forças Armadas contra as instituições democráticas, associação criminosa, dano qualificado, abolição do Estado Democrático de Direito e golpe de estado.


'Deputada bolsonarista financiou ataques'

Em depoimento à Polícia Federal, a apoiadora do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Gizela Cristina Bohrer, de 60 anos, presa por participação nos atos golpistas em Brasília (DF), afirmou que a deputada federal bolsonarista Coronel Fernanda (PL-MT) e dois candidatos a deputado do Mato Grosso financiaram a viagem de manifestantes do estado à capital federal. Pela primeira vez um parlamentar foi citado como organizador dos protestos.


Segundo o depoimento da bolsonarista, que é moradora de Barra do Garças (MT), os três políticos "coordenam grupos de WhatsApp e organizam caravanas para Brasília já há dois anos; que tais caravanas tinham por objetivo o apoio ao então Presidente Bolsonaro, tais como fizeram por ocasião dos desfiles de 7 de setembro e 15 de novembro de 2021 e 2022". "Todo mundo que vem nesses ônibus vem de graça e recebe todas as refeições de graça", disse em depoimento, de acordo com o jornal O Tempo.


Entenda

Desde que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito em segundo turno, no final de outubro, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, inconformados com o resultado do pleito, pediam golpe militar, para depor o governo eleito democraticamente.


As manifestações dos últimos meses de 2022 incluíram acampamentos em diversos quartéis generais do país e culminaram com a invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro deste ano.

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