Música e comportamento retrô na nona edição do ‘Rebel Day’

Shows com artistas exaltando o poder feminino dentro do bom e velho rock n roll e demais estilos (blues, Jazz, rockabilly e pop) vão acontecer na Sala Nelson Pereira dos Santos nos próximos dias 02 e 03 de julho, no evento ‘Rebel Day – We Can Do it!’ – que se propõe a trazer ao público um clima retrô de décadas passadas.

Bloody Mary / Divulgação

No sábado, dia 2, das 13h às 22h, se apresentam Tacy, Rebel Guitar Jam, Big Time Orchestra, Drenna, Lady Gaga Tribute e ainda acontece a semifinal da Rebel Guitar Jam.


Já no domingo, dia 3, no mesmo horário, acontecem os shows de Ella Z, Adriana Ninsk, Radioativa, Bloody Mary, Big Time Orchestra e haverá a final do concurso Rebel Guitar Jam. A realização é da Secretaria Municipal das Culturas (SMC) e Fundação de Arte de Niterói (FAN).


O Rebel Day


Marcados por fatos políticos, culturais e ideológicos, o ‘Rebel Day’ busca trazer de volta momentos que representaram o surgimento de toda uma revolução cultural, dentro de uma transição entre o moralismo exacerbado que foi comum à época, com a riqueza revolucionária dos jovens rebeldes e suas máquinas maravilhosas, músicas ultrajantes e mais uma vez a evolução da moda que buscava chocar a sociedade.


O ‘Rebel Day’ tem o compromisso de trazer de volta essa expressão cultural. Vai ter música para dançar, para cantar junto, para chorar, para sorrir, para fazer aquela cara de quem não escuta isso há anos ou para lembrar do toca discos. Tudo isso dentro de um clima trazido pelos carros antigos, motos retrô, pin-ups, rockabillys e rockabellas, penteados estilosos, tatuagens e tudo o que influenciou e influencia os dias de hoje.


Atualmente o ‘Rebel Day’ está nona edição, sendo que as últimas edições tiveram que ser adaptadas aos tempos do novo normal e, por isso, uma das edições foi realizada de modo virtual. A edição seguinte representou a retomada cultural na cidade com apresentações presenciais, seguindo protocolos sanitários e de distanciamento social, com redução da capacidade de ocupação do espaço onde foi realizada.


Sobre os artistas

Tacy / Divulgação

TACY


Tacy começou a carreira tocando em bares de Curitiba, onde nasceu. Em 2014, mudou-se para o Rio de Janeiro após ser selecionada entre mais de mil candidatas para protagonizar o espetáculo “Cássia Eller – O Musical” visto por mais de 150 mil espectadores em 27 capitais brasileiras. Em 2015, foi indicada ao Prêmio Bibi Ferreira como “atriz revelação”. Participou da sexta edição do Rock in Rio, no Palco Sunset, cantando “Por Enquanto” e “Smells Like Teen Spirit”, covers frequentes no repertório de Cássia Eller, ao lado de ícones da MPB como Zélia Duncan, Mart’nália, Emanuelle Araújo, Lan Lan e Nando Reis.


Em 2016, gravou o especial de Natal para o Fantástico ao lado de Nando Reis, cantando com ele a canção “Só Posso Dizer”, que o compositor fez inspirado por Cássia. Em outubro do mesmo ano, foi convidada para gravar o último episódio da temporada Versões do canal Bis, no Multishow, numa homenagem ao repertório mais desconhecido de Cássia Eller. Em 2017, lançou seu trabalho de estreia, “O Manifesto da Canção”, álbum de estúdio independente.


BIG TIME ORCHESTRA


Depois de alcançar fama nacional com a participação no Programa SuperStar, da Rede Globo, a Big Time Orchestra, a “Big Band mais amada do Brasil”, chega renovada ao seu décimo quarto ano de vida, reformulada e pronta para escrever os próximos capítulos de sua história marcada por conquistas e grandes canções.


Mesclando soul, jazz, rockabilly, pop e rock, lançou seu mais recente álbum e DVD "Live in Curitiba 2020", que somado aos trabalhos lançados anteriormente perfazem um total de sete álbuns (ao vivo no Bourbon Street, de 2008, Live in Portland, gravado nos EUA em 2011, Night, de 2014, Vem quente que estou fervendo, de 2016 e Big Time Orchestra em New Orleans gravado em New Orleans, em 2017); dois EPs (Big Time Orchestra, de 2007 e Preto e branco, de 2010) e quatro DVDs (Ao vivo no Bourbon Street, de 2008, Night, de 2014 e Vem quente que estou fervendo de 2016), além dos videoclipes Clotilde e País tropical gravados nos EUA, em 2010, veiculados pela MTV e em outras emissoras de televisão.


Em 2019, a banda ultrapassou a marca de 1.800 shows realizados no Brasil e países da América do Sul, além das turnês pelo Japão, EUA e Europa. Durante toda a sua trajetória de sucesso sempre estiveram incluídas, nas apresentações da Big Time, visitas a casas de idosos, creches, hospitais, associações de reabilitação e clínicas de saúde.


DRENNA


Da favela do Complexo do Alemão surgiu Drenna, uma das principais expoentes da cena rock carioca. A paixão pela guitarra motivou a cantora e compositora a criar sua própria banda e cair na estrada já em 2009. Acompanhada do baterista Milton Rock e do baixista Bruno Moraes, Drenna segue sendo uma das mais ativas bandas de rock independentes do cenário, alcançando uma média surpreendente de mais de 50 shows por ano - sendo que em 14 estados diferentes.


Trazendo a musicalidade em primeiro plano e sugerindo um rock permeado de boas ideias e desenvoltura, Drenna já pisou em palcos consagrados (Circo Voador, Imperator, Vivo Rio) e coleciona participações em festivais renomados, como Porão do Rock (Brasília), Festival Ponto CE (Ceará), Festival DoSoL (Natal), Planeta Rock (São Paulo) e Circuito Banco do Brasil (Rio de Janeiro). Além disso, dividiram palco com nomes aclamados do rock nacional (Pitty, Frejat, Detonautas) e internacional (Kings Of Leon, Paramore, MGMT).


A LADY GAGA TRIBUTE BY BLOODY MARY


Através de muita disciplina e dedicação, esse projeto paralelo da banda Bloody Mary faz uma homenagem à grande diva da música, Lady Gaga, mundialmente conhecida por seu trabalho rock, pop e, ao mesmo tempo, revolucionário. Criada em 2012, em Niterói, a banda Bloody Mary é uma das principais do cenário rock’n’roll retrô brasileiro, transitando com muita naturalidade em todos os estilos musicais, sem perder a essência e a raiz. Todos os sons do mundo cabem na pegada da banda, afirma Mariana Oliveira, a própria Bloody Mary, que com sua voz poderosa e vibrante, transborda emoção e alegria, colorindo o palco com seu sorriso e seu estilo. Cuidando dessa química, dessa mistura sonora, destacam-se o baixo acústico de Marcus Ramalho e a bateria de Eduardo Manu. Os dois tratam os instrumentos com intimidade: Marcus brinca e dança com o baixo, e Manu faz o groove que pulsa no palco e contagia a platéia.

Radioativa / Divulgação

RADIOATIVA


A Radioativa é uma banda de pop-punk, emo e alt rock formada em 2009 no Rio de Janeiro. É integrada por Ana Marques (voz), Felipe Pessanha (guitarra), Rodrigo Aranha (Bateria) e Fabrício Oliveira (guitarra). Com os vocais marcantes, o grupo entrega um som enérgico que mistura influências do pop ao metal. A banda ganhou maior destaque na cena independente após abrir o show do Evanescence no Espaço das Américas, em 2017 — uma escolha feita pela própria Amy Lee. No mesmo ano, a Radioativa foi finalista do FMU, concurso de bandas universitárias realizado com apoio da prefeitura, que tinha a proposta de levar uma banda independente para tocar no Rock in Rio. Por lá, o grupo recebeu elogios de um júri de peso, formado por grandes nomes da indústria da música – como Liminha (ex-Mutantes) e Marisa Menezes (Rock in Rio).


ELLA Z


Ella Z é filha de músico e viveu grande parte da sua infância rodeada de muita inspiração musical. É uma artista completa; canta, toca violão, guitarra e percussão. Com 14 anos começou a fazer vídeos para a internet, totalizando um grande número de seguidores para a época, final de 2012. Em 2013, fez sua primeira participação em um grande festival realizado na sua escola.


A partir deste momento, Ella Z descobriu que queria fazer música para o resto de sua vida. Participou de diversos festivais, shows e programas de TV, dentre eles: seletivas do The Voice Brasil 2014 e 2018, da Rede Globo, The X Factor Brasil, da Band e um quadro musical no Programa do Datena, também da Band. Foi responsável pela abertura de shows das bandas Melim e Jota Quest no aniversário da cidade de Maricá, agitando milhares de pessoas.


As grandes referências de Ella Z são Jessie J, Tori Kelly e Iza. Seu som traz uma mistura do pop com as vertentes de R&B e MPB. Em 2021, Ella Z lançou seu primeiro single chamado “Cê Me Deixa Louca” em todas as plataformas digitais.

Adriana Ninsk / Divulgação

ADRIANA NINSK


Cantora, compositora, artista plástica, arteterapeuta e professora de arte, a multifacetada Adriana Ninsk começou sua carreira na música ainda na adolescência, quando integrou a banda Sallon & Cia. Estudou canto clássico e popular no Conservatório de Música Fluminense, em Niterói, e Teoria e Percepção Musical na UniRio.


Gravou vários jingles que lhe renderam prêmios concedidos pela ABRACOMP (Associação Brasileira de Colunistas de Marketing e Propaganda) assim como temas para trilhas musicais de minisséries e novelas produzidas pela TV Globo.


Participou como backing vocal dos discos "Quando a noite cai" e “Indiana Blues” (Celso Blues Boy) e "Embaixador do Reggae "(Nabby Clifford) e da turnê Internacional da banda Double You. Atualmente desenvolve um trabalho de blues, rock e jazz com o guitarrista Pedro Braga.


Programação


SÁBADO - DIA 02 DE JULHO - 13 ÀS 22H


13:00 - ABERTURA

14:30 - TACY

15:45 - SEMI FINAL REBEL GUITAR JAM

17:15 - BIG TIME ORCHESTRA

18:45 - DRENNA

20:15 - LADY GAGA TRIBUTE


DOMINGO - DIA 03 DE JULHO - 13 ÀS 22H


13:30 - ELLA Z

14:45 - ADRIANA NINSK

16:00 - FINAL REBEL GUITAR JAM

17:15 - RADIOATIVA

18:45 - BLOODY MARY

20:15 - BIG TIME ORCHESTRA


Serviço


Evento: Evento ‘Rebel Day – We Can Do It!’

Datas e Horários: Únicas apresentações sábado (02), das 13h às 22h, e domingo (03), das 13h às 22h.

Local: Sala Nelson Pereira dos Santos

Endereço: Avenida Visconde do Rio Branco, 880, São Domingos - Niterói

Valores: R$ 60 Inteira | R$ 30 Meia

Link das vendas: https://site.bileto.sympla.com.br/salanelsonpereira/

Duração: 60 minutos

Classificação Etária: Livre