top of page

O mea-culpa de Paes por nomear Chiquinho Brazão secretário especial

  • 30 de mar. de 2024
  • 2 min de leitura

O prefeito Eduardo Paes e o deputado Chiquinho Brazão, nomeado secretário especial em outubro (Reprodução/X)

Sete dias após a prisão dos irmãos Brazão, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), reconheceu pela primeira vez neste sábado (30) que errou ao nomear o deputado federal Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ) para o cargo de secretário especial de de Ação Comunitária (Seac) do município, em outubro de 2023 - o deputado foi exonerado do cargo em fevereiro deste ano. Preso no último domingo (24) pela Polícia Federal (PF), o parlamentar é apontado como um dos mandantes, assim como seu irmão Domingos Brazão, do assassinato da vereadora Marielle Franco .


"Foi um erro da minha parte colocar no governo uma pessoa que tinha suspeita no caso. É óbvio que posso aqui ter todas as desculpas do mundo, foram seis anos (de investigação) e todo mundo já tinha sido acusado de tudo, mas errei", disse o prefeito, durante evento de inauguração do BRT Transbrasil, no Terminal Intermodal Gentileza (TIG), no centro do Rio. Após quase dez anos de obras, o corredor do BRT, que liga Deodoro ao TIG, começou a funcionar na manhã deste sábado. As informações são do Globo.


"O mais importante quando se erra é consertar o erro. Já tinha pedido que ele fosse retirado da secretaria, quando começaram a surgir os boatos", acrescentou Paes.


A nomeação de Chiquinho Brazão acontece em meio às novas suspeitas que recaem sobre o conselheiro do TCE-RJ Domingos Brazão por seu suposto envolvimento no caso do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. Recentemente, a delação do ex-PM Élcio Queiroz trouxe reviravoltas para a investigação do assassinato da vereadora, implicando Brazão. Com isso, o caso será federalizado e passará a ser tramitado no STJ.


No momento da nomeação, em 3 de outubro do ano passado, o irmão de Chiquinho, Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado RJ - foi demitido na última quarta-feira - já era investigado por seu suposto envolvimento no caso Marielle, em delação do ex-PM Élcio Queiroz - posteriormente confirmado na delação do também ex-PM Ronnie Lessa, preso como executor do assassinato.

 
 
 

Comentários


cvv.jpg
image_url=https___imageproxy.youversionapi.com_640x640_https___s3.amazonaws.com_static-you
Chamada Sons da Rússia5.jpg

Uma publicação de Mídia Express 
Comunicação e Comércio Ltda.Rua Eduardo Luiz Gomes, 188, Centro, Niterói, Estado do Rio, Cep 24.020-340

jornaltodapalavra@gmail.com

A equipe

Editor Executivo: Luiz Augusto Erthal. Editoria Nacional: Vanderlei Borges. Editoria Niterói: Mehane Albuquerque. Editor Assistente: Osvaldo Maneschy. Editor de Arte: Augusto Erthal (in memoriam). Financeiro: Márcia Queiroz Erthal. Circulação, Divulgação e Logística: Ernesto Guadalupe.

Os conceitos emitidos nas matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem necessariamente a opinião do jornal. As colaborações, eventuais ou regulares, são feitas em caráter voluntário e aceitas pelo jornal sem qualquer compromisso trabalhista. © 2016 Mídia Express Comunicação.

  • contact_email_red-128
  • Facebook - White Circle
  • Twitter - White Circle
bottom of page