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ONU aprova resolução que pede cessar-fogo imediato a Israel e Hamas


(Foto: ONU)

A Assembleia Geral da ONU aprovou nesta sexta-feira (27) a resolução de armistício imediato na zona de conflito entre Palestina e Israel. Estados Unidos e Israel foram contra, buscando uma condenação mais explícita ao Hamas.


A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em votação da proposta esquematizada pela Jordânia, adotou por esmagadora maioria a resolução de paz, com 120 votos a favor, 14 contra - incluindo os Estados Unidos e Israel - e 45 abstenções.


A votação acontece justamente após o anúncio de Israel confirmar a expansão de operações terrestres no território de Gaza, além dos bombardeios à região e o corte quase total de eletricidade, Internet e telefonia.


A resolução da Jordânia, em seu texto, apelou para uma "trégua humanitária imediata, duradoura e sustentada", exigindo que todas as partes cumpram o direito humanitário internacional e o fornecimento "contínuo, suficiente e sem entraves" de fornecimentos e serviços essenciais à Faixa de Gaza.


Em suas redes sociais, a ONU liberou a posição de todas as nações votantes. Dos países que foram contra, nota-se também a Áustria, a Croácia, a República Tcheca e a Hungria. Na América Latina, o único país que votou contra a resolução foi o Paraguai.

Votação na Assembleia-Geral da ONU da proposta de cessar-fogo da Jordânia, em 27/10/23 (Reprodução)

Além disso, a proposta apresenta a "libertação imediata e incondicional" de todos os civis mantidos em cativeiro, bem como exige segurança, bem-estar e tratamento humano, de acordo com as normas internacionais.


Durante a votação, que contou com a apresentação de emendas de diversos países, o Canadá solicitou uma alteração que condenasse o grupo islâmico Hamas e "a tomada de reféns", mesmo após votar pela abstenção.


A ação canadense veio em resposta à resolução apresentada por países árabes que apoiam a trégua imediata, mas que não haviam mencionado o Hamas como terroristas. Os EUA também apoiaram a alteração, criticando a resolução original apresentada pela Jordânia por não nomear explicitamente o Hamas.


Fonte: Agência Sputnik Brasil

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