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Paraguaios se insurgem por má gestão da pandemia


Manifestantes são reprimidos com bombas pela polícia paraguaia, em Assunção (Reprodução)

Com as infecções por coronavírus no país em níveis recordes, hospitais perto do colapso e menos de 0,1% da população vacinada, manifestantes e policiais entraram em confronto em Assunção, capital do Paraguai, na noite de sexta-feira (5), depois de protestos contra a má gestão da pandemia pelo governo do presidente Mario Abdo Benitez. Um manifestante foi morto e ao menos 17 pessoas ficaram feridas, de acordo com a mídia do país.

Mais cedo nesta sexta-feira, o ministro da Saúde, Julio Mazzoleni, renunciou, um dia depois que parlamentares e mais de cinco mil pessoas nas ruas pediram sua demissão. A partir de então, o presidente paraguaio se tornou alvo central dos protestos com os manifestantes pedindo a sua renúncia.

As forças de segurança dispararam balas de borracha e gás lacrimogêneo, enquanto centenas de manifestantes, que se reuniam ao redor do prédio do Congresso, fizeram barricadas e atiraram pedras contra a polícia.

O tumulto transformou o centro histórico da capital em um campo de batalha, com fogo, fumaça e tiros.

É crescente a indignação com a gestão da pandemia no país. De acordo com uma reportagem do Última Hora, Mario Abdo também pediu aos seus ministros que coloquem seus cargos à disposição.

A taxa de infecção no Paraguai está em cerca de 115 por 100 mil habitantes nos últimos 7 dias. O país vacinou menos de 0,1% de sua população.

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