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Partido de Bolsonaro pagou R$ 2,7 milhões ao Paraná Pesquisas


Foto publicada recentemente pelo dono do Instituto Paraná Pesquisa, Murilo Hidalgo, em rede social (Reprodução)

O Instituto Paraná Pesquisas, único instituto de pesquisa de opinião que aponta empate técnico entre Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) nas intenções de voto à Presidência da República, recebeu R$ 2,7 milhões do partido do atual chefe do Executivo durante a pré-campanha eleitoral de janeiro a julho deste ano. O instituto também assinou um contrato de um ano com o governo federal em março deste ano, pelo valor de R$ 1,6 milhão. As informações são da Folha de S. Paulo.


De acordo com a Folha, o partido do presidente Bolsonaro fez 20 transferências bancárias entre janeiro e julho, sendo as maiores parcelas em janeiro (R$ 787,5 mil) e fevereiro (R$ 525 mil), utilizando recursos do Fundo Partidário, conforme consta no balanço financeiro junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).


O instituto afirmou em nota que "trabalha para diversos partidos políticos, não só para o PL" e que "todas as pesquisas são realizadas e entregues de acordo com contratos firmados com os partidos contratantes". E disse ainda que "tem feito várias rodadas estaduais de pesquisa nos 26 estados e no Distrito Federal."


No entanto, entre os 63 levantamentos de intenção de voto registrados pelo Paraná Pesquisas junto ao TSE até o domingo (18), nenhum foi contratado pelo PL. O partido não quis se manifestar.


Chama a atenção que 26 das 63 pesquisas foram custeadas pelo próprio instituto. A prática não é usual, e por isso é criticada pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep), que entende que pode ser usada para esconder eventuais irregularidades, como caixa dois.


De acordo com a Abep, a prática também dá margem a sondagens falsas que inflariam o desempenho de determinado candidato com o intuito de induzir eleitores a apoiar aquele postulante.


Dono do Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo recentemente publicou uma foto ao lado de Bolsonaro em uma rede social.


Em 2020, Hidalgo e outros empresários e políticos foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público Federal, no âmbito da operação Lava Jato, por um suposto esquema de lavagem de dinheiro. Ele foi acusado de forjar contratos de pesquisa.



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