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Pavão-Pavãozinho e Cantagalo vão ganhar mais dois elevadores

A partir de dezembro, as comunidades Pavão-Pavãozinho e Cantagalo contarão com mais dois elevadores de acesso. A entrada será pela Torre do Viva Rio, na Rua Alberto de Campos, em Ipanema, na Zona Sul do Rio. A ação é do Governo do Estado, por meio do Programa Cidade Integrada, que oferece serviços de infraestrutura, saúde e capacitação profissional aos moradores.

Foto: Rafael Wallace / Governo do Estado do Rio

"Os elevadores facilitam o deslocamento dos moradores das comunidades até o asfalto e isso garante independência para que possam transitar para outros pontos da cidade, além de maior facilidade de acesso a transportes públicos, escolas e centros médicos. Nenhum morador terá que subir intermináveis degraus para chegar em casa. Para isso estamos investindo na acessibilidade do PPG", declarou o governador Cláudio Castro.


O acesso às comunidades pela Torre do Viva Rio conta, atualmente, com dois elevadores funcionando em meio período, em esquema de revezamento. O espaço receberá mais dois novos equipamentos para uso dos moradores. Os quatro elevadores de acesso funcionarão das 7h às 20h. Em agosto deste ano, dois elevadores panorâmicos com acesso pela Rua Barão da Torre foram reabertos, após cinco anos de paralisação.


"Dentro do Programa Cidade Integrada, uma das questões importantes é a acessibilidade. Na comunidade, a mobilidade é facilitada pelos elevadores. Quando a gente chegou aqui só existiam dois, que funcionavam meio período. Agora, vamos aumentar a quantidade de aparelhos e o período de funcionamento", explicou a coordenadora do Programa Cidade Integrada, Ruth Jurberg.


Ao todo, 13 elevadores estarão disponíveis no PPG. Seis são para uso da população em geral e sete para facilitar o funcionamento de serviços na região, como a UPP, a Faetec e o Ambulatório Médico de Especialidades Jornalista Susana Naspolini (AME). O valor investido na reforma e aquisição dos equipamentos, por meio da Empresa de Obras Públicas do Rio de Janeiro (Emop-RJ), foi de R$ 4 milhões.


Morador do Cantagalo há 39 anos, Daniel Silva considerou a reabertura dos elevadores essencial para sua rotina.


"O acesso tanto para descer quanto para subir era pelas escadas laterais. Para qualquer lugar que eu fosse, seja na rua, ou na escola da minha filha, eu tinha que subir muitos degraus a pé. O retorno dos elevadores melhorou a vida dos moradores da comunidade em 100%", contou o ajudante de obras.

Foto: Rafael Wallace / Governo do Estado do Rio

Economia local


O fechamento dos elevadores panorâmicos prejudicou a economia local, que, agora, espera ser reaquecida pelo retorno dos aparelhos que atraem turistas.


"O ir e vir dos turistas foi paralisado pelo fechamento dos elevadores. Muitos comerciantes perderam clientes e até fecharam as portas. Tinha um restaurante perto do elevador que vendia muito e não resistiu. Também tínhamos uma mercearia que não conseguiu se manter. Agora, com a reabertura do elevador, já surgiu um novo comércio no local", disse, esperançosa, Regina de Paula, empreendedora da região há 28 anos.


Fonte: Núcleo de Imprensa do Governo do Estado do Rio de Janeiro

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