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PF analisa pedir prisão de Bolsonaro se ele não voltar dos EUA até abril


(Foto: Alan Santos/PR)

Em meio ao escândalo das joias de diamantes "traficadas" da Arábia Saudita e do caso da "embaixada fantasma" aberta no Barhein que nunca teve um embaixador, o cerco se fechou contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Uma ação pode vir a complicar ainda mais a situação do ex-mandatário, tudo porque a Polícia Federal está analisando pedir sua prisão se ele não voltar para o Brasil até abril.


A avaliação é que, se ele continuar nos Estados Unidos, fica configurada a "evasão do distrito da culpa", previsto no artigo 302 do Código de Processo Penal como requisito para justificar a prisão cautelar de uma pessoa investigada, relata o UOL.


No momento, Jair Bolsonaro, que está na Flórida desde 30 de dezembro - como turista desde fevereiro, uma vez que o visto diplomático venceu no final de janeiro -, está sendo investigado em várias instâncias por seu suposto envolvimento nas invasões de 8 de janeiro. O cerco se fechou também depois que veio à tona o caso das joias árabes que não foram declaradas ao Fisco. O Senado também deve abrir investigação para descobrir se o "presente" milionário dos árabes (somente as joias femininas valem 3 milhões de euros, cerca de R$ 16,5 milhões) tem relação com a venda da refinaria Landulpho Alves, da Petrobrás, por 1,8 bilhão de dólares, metade do valor estimado, segundo um estudo feito pelo Ineep (Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).


Fonte com acesso às investigações disse ao UOL que existem duas escalas para chegar a Bolsonaro: no caso de 8 de janeiro, o caminho deve ser mais lento, porque as provas ainda não chegaram à cadeia de comando do antigo governo.


O caso das joias seria uma "escada rolante", com provas já encostadas em Bolsonaro. Segundo essa fonte, agora só é preciso aguardar coragem por parte do sistema de Justiça – incluindo polícia, Ministério Público e Judiciário, uma vez que "o flagrante está dado".


Ainda segundo a mídia, diante do cenário, a avaliação de investigadores é que apenas eventual condenação do presidente pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o que resultaria na inelegibilidade dele, seria vantajosa, perto do potencial de estrago que as duas investigações criminais têm.


Com informações da Sputnik Brasil

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