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PF faz operação contra o Rioprevidência por aplicações suspeitas no Master


(Foto: PF/Divulgação)
(Foto: PF/Divulgação)

A Polícia Federal (PF) realizou na manhã desta sexta-feira (23) a Operação Barco de Papel, no âmbito das investigações sobre aplicações suspeitas do Rioprevidência no Banco Master. Os alvos de busca e apreensão são diretores do fundo único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro, vinculado ao governo do estado. Foram apreendidos veículos de luxo, aparelhos eletrônicos e documentos, além de dinheiro em espécie, em endereços no Rio, inclusive na sede da autarquia.


O Rioprevidência é responsável pela gestão das aposentadorias e pensões dos servidores públicos do estado e teria feito aplicação suspeita de R$ 970 milhões no banco de Daniel Vorcaro, que cumpre medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica e proibição de se ausentar do país, após ficar 12 dias preso.


O alvo principal é o presidente do órgão Deivis Marcon Antunes, que está fora do Brasil, em viagem aos Estados Unidos desde o dia 15, segundo apuração do Globo. Na casa dele, a polícia apreendeu um veículo de luxo blindado, R$ 7 mil, um pen drive, relógio, além de documentos diversos.


A PF também esteve nas residências do ex-diretor de Investimentos do Rioprevidência, Eucherio Lerner Rodrigues, e do ex-diretor interino de Investimentos, Pedro Pinheiro Guerra Leal. Na casa do primeiro, a PF encontrou R$ 3,5 mil, apreendidos junto com um veículo de luxo, celular, notebooks, pen drive e HDs, além de documentos.


Os mandados foram expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio.


De acordo com a PF, as operações suspeitas colocaram o patrimônio dos 235 mil servidores do Rio e seus dependentes em risco e citou que a manobra poderia resultar em calote.


Os crimes investigados envolvem gestão fraudulenta, desvio de recursos, indução de repartição pública ao erro e fraude à fiscalização ou ao investidor, além de associação criminosa e corrupção passiva.


O fundo, no entanto, diz que agiu dentro da legalidade e que os valores estão resguardados por determinação judicial. Também assegurou que pagamentos de aposentados e pensionistas ocorrem normalmente.


Segundo informações da Polícia Federal, a investigação desse caso começou em novembro de 2025 e apura operações financeiras que foram feitas entre novembro de 2023 e julho de 2024.


O Master, controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, é investigada por operações fraudulentas que inflavam artificialmente seu balanço. Investigações da PF e relatórios do Banco Central (BC) apontam que o Master - que foi liquidado pelo BC - teria desviado cerca de R$ 11,5 bilhões. O caso envolve também o Banco Regional de Brasília (BRB), do governo do Distrito Federal, e agora corre em sigilo no Supremo Tribunal Federal (STF), por determinação do ministro Dias Toffoli.

 
 
 
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