PGR arquiva delação de doleiro sobre propina a Paludo


Delação de Dario Messer, doleiro dos doleiros, contra procurador da Lava Jato foi arquivada (Reprodução)

Como se seguisse uma linha do ex-juiz Sérgio Moro, que, ao recusar uma delação contra o seu compadre Carlos Zucolotto, qualificou a delação de Rodrigo Tacla Duran, da Odebrecht, como "delação de bandido" - embora, em tese, todos os delatores sejam bandidos ávidos por verem seus crimes atenuados -, a Procuradoria-Geral da República (PGR) determinou o arquivamento de uma investigação e de um trecho de uma delação premiada sobre as suspeitas de propinas que teriam sido pagas pelo doleiro Dario Messer ao procurador regional da República e integrante da Lava Jato no Paraná, Januário Paludo.

Messer, que firmou um acordo com a força-tarefa da operação no Rio de Janeiro em 12 de agosto que envolve a devolução de R$ 1 bilhão aos cofres públicos, relatou que pagava uma espécie de “taxa de proteção mensal” ao procurador da república Januário Paludo.

Conhecido como doleiro dos doleiros, Messer teria pago US$ 50 mil mensais entre os anos de 2013 e 2015 com o objetivo de blindá-lo junto ao Ministério Público Federal do Paraná (MPF-PR). O objeto seria barrar as investigações sobres os crimes de evasão ilegal de divisas e de lavagem de dinheiro.

Em nota, Paludo negou ter recebido valores repassados por Messer ou qualquer outro investigado e afirmou que os "supostos fatos [delatados pelo doleiro] foram avaliados por uma instância independente do Ministério Público, com controle do Poder Judiciário, e foram arquivados por se entender que não há mínimas provas do envolvimento do procurador em ilícitos".

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