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PGR denuncia Bacellar e TH Joias por crimes ligados ao Comando Vermelho

  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

O ex-deputado TH Joias e o ex-presidente da Alerj, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil) (Reprodução)
O ex-deputado TH Joias e o ex-presidente da Alerj, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil) (Reprodução)

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou, ao Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado estadual licenciado Rodrigo Bacellar (União Brasil) e o ex-deputado estadual Thiego Santos, conhecido como TH Joias, pelo crime de obstrução de investigação.


Também foram denunciados o desembargador Macário Ramos Júdice Neto, do Tribunal Regional Federal da Segunda Região (TRF2), além de duas pessoas ligadas a TH Joias.


De acordo com a acusação, eles teriam vazado informações sigilosas sobre uma investigação de tráfico de armas e drogas para a organização criminosa Comando Vermelho (CV).


O desembargador e TH Joias já estão presos preventivamente por determinação do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, que tramita na Corte. Atualmente, TH Joias está preso na Penitenciária Federal de Brasília.


Bacellar chegou a ser preso em dezembro do ano passado, mas uma votação da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) determinou sua soltura. O deputado era presidente da Alerj e foi afastado do cargo, mas segue licenciado do mandato parlamentar e usa tornozeleira eletrônica.


Investigação

A denúncia da PGR foi baseada na investigação realizada pela Polícia Federal (PF). Os investigadores apuraram que o deputado Rodrigo Bacelar foi informado antecipadamente sobre a operação na qual TH Joias foi preso. Com acesso privilegiado à informação, TH conseguiu esconder provas que poderiam ser apreendidas.


No decorrer da investigação, a PF encontrou indícios de que a fonte do vazamento tenha sido o desembargador Macário Ramos.


A defesa do deputado Rodrigo Bacellar disse ter recebido com surpresa a denúncia e afirma que a PGR se baseou em "ilações e narrativas repetidamente refutadas".


"A acusação se traduz numa infrutífera tentativa de esconder arbitrariedades da Polícia Federal, já que nada foi apurado que pudesse relacioná-lo aos fatos", diz o texto, que argumenta que "medidas cautelares contra os verdadeiros responsáveis pelos vazamentos evidenciam a plena inocência e afastam o deputado Rodrigo Bacellar de qualquer conduta ilícita".


Fonte: Agência Brasil

 
 
 

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