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PMs ligados a Rogério Andrade voltam a ser presos no Rio

  • há 10 minutos
  • 2 min de leitura

(Divulgação)
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Três policiais militares, acusados de fazer escolta do bicheiro Rogério Andrade, descumpriram as regras da prisão domiciliar e foram alvos de novos mandados de prisão preventiva nesta terça-feira (28), no Rio de Janeiro.


Carlos Fernando Dias Chaves, Carlos Magno Mariano de Souza e Waldeci Barbosa Nunes são acusados de integrar o núcleo de segurança pessoal de Rogério Andrade desde a denúncia apresentada na deflagração da Operação Pretorianos, em 2024.


Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaeco/MPRJ), o trio desrespeitou reiteradamente as medidas cautelares a que estavam submetidos, incluindo o recolhimento noturno e aos finais de semana.


No caso de Carlos Fernando, foi constatado o descarregamento da tornozeleira eletrônica em, pelo menos, nove dias distintos. Em um desses casos, o aparelho permaneceu desligado por mais de três dias, o que inviabiliza a devida fiscalização do cumprimento da medida cautelar. Segundo o MPRJ, as condutas dos três colocam em risco a ordem pública e comprometem a aplicação da lei penal.


A ação desta terça-feira contou com apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI) do Ministério Público e da Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro


Policiais da ativa denunciados

A primeira fase da Operação Petrorianos foi deflagrada em março de 2024, para o cumprimento de 20 mandados de prisão e 50 de busca e apreensão.


Entre os alvos estavam 18 policiais militares da ativa e um policial penal que integravam o grupo liderado pelo contraventor Rogério de Andrade. Nesta operação, o Gaeco denunciou à Justiça 31 pessoas pelo crime de organização criminosa.


Em 26 de novembro de 2025, o Gaeco obteve na Justiça decisão favorável à manutenção do contraventor Rogério Andrade no presídio federal de segurança máxima de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.


A denúncia relata que Andrade e Flávio da Silva Santos, conhecido como “Flávio da Mocidade”, comandam a principal organização responsável pela exploração de jogos de azar no Estado do Rio de Janeiro, atuando na gestão dos pontos de jogo e em disputas violentas com grupos rivais.


O documento também descreve a atuação dos acusados na corrupção sistemática de forças policiais, mediante o pagamento de propina a diversas unidades das Polícias Civil e Militar.


Com a Agência Brasil

 
 
 
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