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Polícia acha corpos que seriam de traficantes suspeitos de matar médicos

  • 6 de out. de 2023
  • 2 min de leitura

Quiosque onde os médicos foram assassinados na madrugada de quinta-feira (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

A principal linha de investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro, para o caso da execução de três médicos que chocou o país, é a de que o crime teria acontecido por engano. O triplo homicídio teria ocorrido pelo fato de uma das vítimas, o médico Perseu Ribeiro Almeida, ter sido confundido com o miliciano Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, filho de Dalmir Pereira Barbosa, um dos principais chefes do grupo paramilitar de Rio das Pedras, na Zona Oeste da cidade.


Taillon é suspeito de ter relação com o assassinato de Luís Paulo Aragão Furtado, traficante do Comando Vermelho conhecido como Vin Diesel, no dia 16 de setembro.


Furtado seria integrante do grupo de Philip Motta Pereira, o Lesk, que tomou o controle da Gardênia Azul para o Comando Vermelho no início do ano. Ambos, que eram da milícia dessa região, migraram para a facção criminosa.


Antes de se unir ao Comando Vermelho, Lesk liderava o grupo chamado de "Equipe Sombra", suspeito de ter sido responsável pelo atentado à vida dos três médicos.


Corpos dos suspeitos foram encontrados

A polícia do Rio de Janeiro encontrou na madrugada desta sexta-feira (6) os corpos dos suspeitos de terem cometido os assassinatos no quiosque da Barra da Tijuca.


Três estavam dentro de um carro na rua Abrahão Jabour, próximo ao Riocentro, e outro estaria em um veículo na avenida Tenente-Coronel Muniz de Aragão, na Gardênia Azul.


O erro dos integrantes da Equipe Sombra teria gerado um mal-estar na cúpula do Comando Vermelho por se tratar da morte de três inocentes, um deles irmão de uma deputada federal, Sâmia Bomfim (Psol-SP).


A cúpula, que realiza chamadas de videoconferência de dentro do presídio Bangu 3, segundo a GloboNews, teria ordenado o julgamento dos assassinos por um "tribunal do crime".


Os suspeitos teriam sido levados ao Complexo da Penha, onde teriam sido julgados, condenados, torturados e mortos a tiros.


Além de Lesk, outro corpo encontrado pelos policiais já foi identificado como sendo Ryan Nunes de Almeida, o "Ryan".


Os outros dois mortos ainda não foram identificados, mas a polícia já confirmou não se tratar dos outros dois suspeitos de terem participado do atentado, Bruno Pinto Matias, o Preto Fosco, e Juan Breno Malta Ramos Rodrigues, o BMW, que teriam conseguido fugir do tribunal.


Criminosos monitorados pela polícia

A Equipe Sombra já estava sob investigação de uma força-tarefa da Polícia Civil por ser suspeita de cometer outros assassinatos na Zona Oeste do Rio de Janeiro.


A região atualmente vive uma guerra entre facções criminosas, que lutam pelo controle do local.


O carro utilizado pelos criminosos, um Fiat Pulse Branco, já era conhecido dos investigadores por ter sido utilizado em outros atentados.

 
 
 

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