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Portugal e Brasil se unem pela adoção do português na ONU

  • 30 de set. de 2024
  • 2 min de leitura
O primeiro-Ministro de Portugal discursa no debate geral da 79ª sessão da Assembleia Geral | ONU/Loey Felipe

No primeiro discurso nas Nações Unidas após assumir o cargo, o primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, expressou o desejo de ver a língua portuguesa se tornar oficial na organização.

Ao pronunciar-se no dia 26 na Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque, o chefe do Governo português sublinhou que abordou o tema em encontro nas Nações Unidas com o presidente do Brasil.

“É com muito orgulho que falo em português. Além de ser o quarto idioma mais falado no mundo como língua materna, unindo hoje mais de 260 milhões de pessoas em todos os continentes, a língua portuguesa é língua oficial e de trabalho em 33 organizações internacionais, desde logo, na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. É por isso legítima a ambição desta comunidade de ver a língua portuguesa reconhecida como língua oficial das Nações Unidas. Ainda ontem acertei com o presidente Lula da Silva do Brasil o nosso empenho e disponibilidade para em conjunto com todos os países que falam a língua portuguesa concretizar este objetivo.”

Montenegro disse que o mundo pode contar com Portugal ao tratar de causas comuns e em favor de uma visão para um futuro de progresso.

“A legitimidade das Nações Unidas, o seu poder de convocação e a sua autoridade normativa global, aliados à sua competência multidisciplinar, são alguns dos seus trunfos singulares, que devem ser potenciados em prol das nossas causas comuns e de uma visão partilhada do futuro. O caminho que temos pela frente é árduo e incerto, mas o objetivo está traçado. Iremos trilhá-lo com esperança e confiança. Nesta trajetória, as Nações Unidas e a comunidade internacional podem contar com Portugal.”

Na sua intervenção, o primeiro-ministro português enfatizou o posicionamento português em favor do recém-adotado Pacto para o Futuro e pela reforma a do Conselho de Segurança.

Ele declarou apoio à aspiração da África, do Brasil e da Índia em integrar o órgão sobre o qual destacou que o direito de veto representa uma responsabilidade que deve ser usada desse modo.


 
 
 

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