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Prédios da antiga Gama Filho são implodidos para virar parque; veja vídeo


Prédios da antiga Universidade Gama Filho são implodidos em Piedade (Foto: Marcos de Paula/Prefeitura do Rio)

Abandonados desde 2014 após falência da instituição, os quatro prédios da antiga Universidade Gama Filho, em Piedade, na Zona Norte do Rio, foram implodidos às 7h da manhã deste domingo (5). Com uma área de aproximadamente 18 mil metros quadrados, no local, a prefeitura promete construir o Parque Piedade, com áreas de lazer, campo de futebol e pista de skate.


De acordo com a Prefeitura, a nova área de lazer, que integra os planos de revitalização da região, conta com investimento de R$ 58 milhões da administração municipal, e o prazo para conclusão da obra é de 15 meses.

Para realizar a implosão, foi necessário seguir o rito de quatro toques de sirene. O primeiro, às 6h30 determinou o bloqueio total das vias (pessoas e veículos). O segundo, às 6h50, marcou a inspeção final da área evacuada. O terceiro, às 6h55, foi o chamado toque de atenção. A implosão ocorreu às 7h, com o quarto toque soando momentos antes para avisar. Por volta das 7h30, houve a liberação da área, com exceção da Rua Manuel Vitorino, após a checagem realizada por técnicos e engenheiros.


"Nós começamos no dia 5 de setembro com a demolição dos prédios menores para preparar todo o terreno para realizar a implosão dos quatro prédios. Agora, vamos retirar os resíduos e parte desse material será reciclado para ser utilizado em outras obras nossas. Após a retirada desse material vamos começar a construção dos equipamentos que vão integrar o Parque Piedade", disse a secretária de Infraestrutura, Jessick Trairi.


Além do Parque Piedade, parte do antigo terreno ocupado pela Gama Filho será utilizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio RJ), que construirá um centro cultural, esportivo e educacional.

Os prédios da antiga Gama Filho antes da implosão (Foto: Beth Santos/Prefeitura do Rio)

Uma hora antes da implosão, as pessoas que moram no entorno da antiga universidade precisaram deixar suas residências para o cumprimento do perímetro de 150m de isolamento. Os moradores foram orientados para, antes de deixarem suas casas, fecharem o registro de gás de botijão, além de portas e janelas; desligarem a chave geral de energia elétrica; e levarem os animais de estimação.


"Não tivemos qualquer tipo de intercorrência durante o período que antecedeu a implosão. Começamos a avisar os moradores no dia 23 de outubro junto com os servidores da Subprefeitura da Zona Norte e assistentes sociais, o que ajudou muito no processo de compreensão da população", explicou o subsecretário de Defesa Civil, Rodrigo Gonçalves.


A operação de trânsito contou com agentes da Guarda Municipal, CET-Rio e equipes de apoio, que executaram os bloqueios e orientaram os motoristas. Sinalizações de orientação foram instaladas nas vias próximas ao local da implosão para reforçar os avisos aos motoristas.


Na limpeza urbana, a Comlurb atuou com 27 garis na remoção de pequenos fragmentos de restos de escombros e do excesso de poeira. A Companhia utilizou, entre veículos e equipamentos, um caminhão basculante para transporte dos resíduos, uma pá mecânica, duas varredeiras de grande porte, oito sopradores e três pipas d’água.


Com informações da Assessoria de Comunicação da Prefeitura do Rio

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