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Previsão do PIB para 2023 aumenta após novo corte de juros do BC


Banco Central do Brasil (Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil)

Os economistas voltaram a subir a expectativa de crescimento da economia brasileira neste ano. O mercado prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) deve subir 2,92% em 2023. Esta é a quinta semana consecutiva de elevação, de acordo com o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central (BC).


Apesar de o Comitê de Política Monetária (Copom) ter anunciado o corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic - reduzindo o índice de 13,25% para 12,75% ao ano - na semana passada (20), os demais indicadores econômicos permaneceram estáveis.


A previsão do mercado para a Selic em 2023 continua em 11,75% há sete semanas seguidas, projetando os mesmos indicadores para 2024 (9%), 2025 (8,5%) e 2026 (8,5%), sem mudanças.


Ainda que o índice inflacionário permaneça no mesmo patamar da semana passada, o mercado estima um aumento de 4,86% nos preços neste ano, 3,86% para 2024 e altas de 3,5% para 2025 e 2026.


Taxa de juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros - a Selic - definida em 12,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). O comportamento dos preços fez o BC cortar os juros pela segunda vez no semestre.


De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto do ano passado a agosto deste ano, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.


Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.


Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.


Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.


Com informações da Agência Brasil

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