Problemas psicológicos afetam trabalhadores essenciais


Uma pesquisa realizada pela Internacional de Serviços Públicos (ISP-Brasil) revelou que 54% dos servidores essenciais, incluindo os da saúde, são acometidos por problemas psicológicos decorrentes da pandemia.


Profissionais de saúde usam sacos plásticos como proteção. Reprodução/TV Globo

Falta de equipamentos de proteção individual (EPIs), jornadas de trabalho excessivas, falta de treinamento e preocupação com a possibilidade de contaminar familiares. Esses são alguns dos problemas que assombram os que estão na linha de frente do combate à Covid-19.


O estudo foi realizado entre 27 de março e 15 de junho. Foram ouvidos 3.636 profissionais de saúde e serviços essenciais do setor publico e privado. A falta de EPIs tem sido o fator que mais preocupa os trabalhadores, gerando insegurança e medo. De acordo com Denise Dau, Secretária Sub Regional da ISP-Brasil, no início da pesquisa havia uma expectativa de aumento do uso de materiais de proteção, mas grande parte dos trabalhadores até hoje continua sem receber os equipamentos.


"Apesar do tempo que tiveram para se organizar, adquirir e distribuir esses materiais, a pesquisa demonstra que os gestores públicos e empregadores privados continuam ignorando os protocolos da Anvisa e da OMS”, observa Denise.


Os resultados da pesquisa serão apresentados durante o seminário virtual “Trabalhadoras e Trabalhadores Protegidos Salvam Vidas”, que acontece na próxima terça-feira (25/8), a partir das 14h, e que será transmitido na página da ISP no Facebook.

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