Regina Duarte: 20 dias depois, sai a exoneração oficial


O "namoro" com a "ex-Namoradinha do Brasil" durou três meses (Carolina Antunes/Divulgação/Palácio do Planalto)

A exoneração da atriz Regina Duarte do comando da Secretaria de Cultura do governo Bolsonaro foi publicada na edição desta quarta-feira (10) do Diário Oficial da União.

A exoneração, publicada em uma edição extra do Diário Oficial da União, ocorreu após três meses no cargo.

O decreto, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro do Turismo, Marcelo Henrique Teixeira Dias, confirma o anúncio feito por Bolsonaro no dia 20 de maio.

De acordo com anúncio feito por Bolsonaro, a atriz Regina Duarte assumiria a Cinemateca Brasileira, em São Paulo, que é a instituição responsável pela preservação da produção audiovisual brasileira, sendo vinculada à Secretaria de Cultura.

Regina teve uma passagem medíocre na Cultura, deixando evidenciar um extremismo ideológico de direita e uma afinidade com o "Chefe" que não repercutiram positivamente no meio da Cultura, especialmente na classe artística. A gota d'água foi uma entrevista ao canal CNN, na qual não reconheceu o golpe de 1964 e a ditadura civil-militar como acontecido.

Com a missão de "pacificar" o impasse entre a classe artística e a indústria da cultura com o governo federal, Regina Duarte assumiu a pasta no dia 4 de março, quando substituiu Roberto Alvim, que deixou o comando após fazer referências nazistas em um discurso.

Apesar dos elogios de Bolsonaro, o presidente estava descontente com o fato de Regina Duarte estar distante, já que a atriz estava trabalhando pela Internet, em São Paulo. Além disso, o presidente também enfrentava dificuldade em lidar com questões de "ideologia de gênero".

O ator Mario Farias teria sido convidado para substituir Regina Duarte na chefia da Secretaria de Cultura.

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