Revelado plano da milícia para matar Talíria Petrone


Deputada federal Talíria Petrone (PSOL) foi obrigada a deixa o estado sem revelar verdadeiro paradeiro (Reprodução)

A deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ) já vinha denunciando ser a "bola da vez" na política do Rio na mira das milícias. Uma nova denúncia publicada pela Veja agora confirma que ela seria alvo de um atentado planejado pelo miliciano e foragido da Justiça, Edmilson Gomes Menezes, o Macaquinho.

De acordo com as informações da revista, Macaquinho é ligado ao Escritório do Crime, milícia investigada no inquérito que apura o assassinato da vereadora Marielle Franco, que era sua amiga pessoal e correligionária. No Portal Procurados, há uma oferta de recompensa de R$ 5 mil pelo paradeiro do miliciano.

O Escritório do Crime é conhecido da polícia como uma das milícias mais sanguinárias do estado fundada pelo ex-capitão da Polícia Militar Adriano da Nóbrega - condecorado com Medalha Tiradentes pelo então deputado estadual Flávio Bolsonaro e morto no ano passado pela polícia na Bahia.

Citado pela reportagem, as informações sobre o planejamento do atentado foram repassadas inicialmente ao Disque Denúncia. Imediatamente, as ameaças foram classificadas como “muito graves” e redirecionadas para a equipe da deputada, que passou a andar com escolta de agentes da Polícia Legislativa.

De acordo com fontes anônimas, a ordem do atentado teria partido do presídio Bangu 9, onde estão presos três detentos ligados à milícia e que também foram investigados no inquérito que apura o caso Marielle. Milicianos teriam articulado a empreitada criminosa contra Talíria de dentro do presidio junto a Macaquinho.

Um aparelho celular foi apreendido por investigadores da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) durante uma busca e apreensão feita dentro da unidade prisional. Os agentes aguardam a autorização judicial para a quebra de sigilo do telefone na tentativa de esclarecer por que Talíria estaria na mira dos criminosos e quem teria ordenado um eventual atentado contra ela.

As ameaças sofridas pela deputada do PSOL a levaram a deixar o estado sem divulgar seu verdadeiro paradeiro. Talíria começou a carreira política em 2016. Em seu perfil, ela se apresenta como uma "mulher negra, feminista, socialista, professora de história pela UERJ e mestre em Serviço Social e Desenvolvimento Social. Deu aula na Maré, em São Gonçalo e em Niterói e a realidade das escolas sempre foi um motivo para ir à luta".



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