Rio prevê encerrar dia 23 vacinação de crianças até 3 anos


A menina Clarice Moretti, 4 anos, toma sua 1ª dose de vacina contra a covid-19 (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

A cidade do Rio de Janeiro começou nesta sexta-feira (15) a vacinar crianças com 4 anos de idade contra a covid-19. Por enquanto, a imunização está sendo feita apenas com a CoronaVac.

Segundo o calendário da Secretaria Municipal de Saúde, a previsão é vacinar o público dessa faixa etária até terça-feira (19).

De 20 a 22 de julho serão imunizadas crianças com 3 anos de idade. No dia 23 de julho, haverá uma repescagem para vacinar todos com 3 anos ou mais.

Segundo o superintendente de Vigilância em Saúde do município, Márcio Garcia, assim que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou seu uso para essa faixa etária, a cidade do Rio de Janeiro decidiu iniciar a vacinação, já que possui vacinas suficientes.

“A gente avança mais no calendário. Quanto mais pessoas vacinadas, a gente tem uma maior proteção coletiva. O que a gente observou na comunicação oficial da Anvisa é de que não há dúvida nenhuma sobre a segurança e a efetividade da vacina. A gente entendeu que não daria para perder mais tempo”, disse.

Segundo Garcia, a cidade já fez um pedido de novas doses para o Ministério da Saúde. O esquema vacinal da CoronaVac prevê a aplicação de uma segunda dose depois de 28 dias.

A geógrafa Ana Moretti decidiu levar a pequena Clarice, de 4 anos, para tomar sua primeira dose, no posto do Centro Municipal de Saúde Píndaro de Carvalho Rodrigues, na Gávea, Zona Sul da cidade, depois de mais de 2 anos de pandemia. “Eu perdi minha mãe de covid antes da vacina. Sinto muito pelas pessoas que não tiveram oportunidade”, disse.

O mesmo fez o jornalista Bruno Quintella, que decidiu imunizar o filho, Tim, logo no primeiro dia. “Estávamos esperando esse momento bastante ansiosos. No primeiro horário, já estava aqui na porta. Já fizemos nosso papel como cidadãos. É importante ter a conscientização, desde pequeno, de a gente entender que se trata de um coletivo, de cuidarmos um do outro. A quarentena pode ter acabado, mas a pandemia, não”.

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