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Rodoviários avaliam reajuste de 7% proposto por patrões

Rodoviários de oito municípios, inclusive do Leste Fluminense, realizam assembleia, nesta quarta-feira (8/11), para avaliar a proposta patronal de reajuste salarial de 7% e debater sobre a tramitação na Câmara de Vereadores de Niterói do Projeto de Lei do subsídio das passagens de ônibus apresentado pela Prefeitura. A assembleia desta quarta-feira ocorrerá na sede social do Sindicato dos Rodoviários de Niterói a Arraial do Cabo (Sintronac), em Niterói, pela manhã e à tarde.

Foto: Assembleia realizada no dia 4 de outubro / Arquivo / Divulgação / Sintronac

Outras reivindicações dos rodoviários são: cesta básica de R$ 700; fim da circulação de dinheiro nos ônibus; instalação de um sistema de cobrança de passagens, que inclua cartões bancários de débito, crédito, PIX, além do Bilhete Único; retorno do pagamento das comissões aos motoristas pelo acúmulo de função com a de cobrador; e manutenção dos benefícios já incluídos na convenção coletiva de 2022.


No último dia 30, o Sintronac enviou à Comissão Permanente de Desenvolvimento Econômico, Inovação, Turismo e Indústria Naval da Câmara de Niterói um conjunto de 18 propostas para reformulação do sistema de ônibus da cidade. Os parlamentares começaram a debater a proposta da Prefeitura, enviada em maio ao Legislativo, de estabelecer 30% de subsídio das passagens de ônibus da cidade. Uma data para votação, contudo, ainda não foi definida.


Os rodoviários, no entanto, embora concordem com o subsídio, acreditam que somente esta medida não irá alterar o quadro de greve instabilidade que o transporte por ônibus atravessa. É necessário o estabelecimento de uma tarifa técnica, que reequilibre financeiramente o setor e assegure aos trabalhadores uma base de reajuste salarial condizente com a realidade econômica do País.


“Os trabalhadores precisam de estabilidade financeira diante de um quadro econômico tão volúvel, como é o brasileiro. E um dos instrumentos para que isso aconteça é o estabelecimento de uma tarifa técnica, que contemple todos os gastos do setor, que são muito maiores que o IPCA. Em 2022, por exemplo, o diesel aumentou 80%. A partir dessa tarifa, aí sim, os governos podem definir o percentual de subsídio das passagens para que o usuário do sistema pague menos e tenha, ao mesmo tempo, um serviço de qualidade”, analisa o presidente do Sintronac, Rubens dos Santos Oliveira.

 

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