Sanitização tenta conter coronavírus na Rocinha

​Com 70 mil habitantes a Rocinha, maior favela da América Latina e recordista em casos de Covid-19 entre comunidades do Rio, tenta evitar a disseminação rápida dos casos de coronavírus. Hoje (2), ruas, becos e vielas passarão por uma sanitização promovida pela CEDAE (Companhia Estadual de Águas e Esgotos) em parceria com a Associação de Moradores.


Foto: Ellan Lustosa / Agência Eu Rio!

Cerca de 140 pessoas, sendo 60 voluntários da própria favela, participarão da ação de limpeza com um preparado químico que mata o vírus e cria uma película protetora. ​A Rocinha tem 20 valas de esgoto a céu aberto e cerca de 50% dos habitantes não contam com saneamento básico. Nas partes mais altas do morro, onde falta água, os moradores não conseguem cumprir as medidas de higiene básicas para a prevenção à doença, como lavar as mãos.


Até o dia de ontem (1º), foram confirmados 74 casos e nove mortes, segundo informações do Painel Covid-19 na Rocinha, atualizado diariamente pelo jornal comunitário Fala Roça.

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