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STF autoriza Tacla Duran depor sobre ilegalidades da Lava Jato


Advogado Tacla Duran fez denúncias contra o ex-juiz Sergio Moro e o ex-procurador Deltan Dallagnol (Reprodução)

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta terça-feira (6) um salvo-conduto para que o advogado Rodrigo Tacla Duran possa entrar no Brasil, prestar depoimento à Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados no dia 19 de junho e deixar o país posteriormente.


A decisão foi motivada por um pedido da comissão para garantir que Duran seja ouvido pelos deputados. Ele deverá esclarecer as denúncias que fez sobre extorsão que teria sido praticada contra ele por interlocutores do ex-juiz Sergio Moro e do ex-procurador da República Deltan Dallagnol no contexto da Operação Lava Jato. Em março, em um depoimento prestado remotamente ao juiz Eduardo Appio, da 13ª Vara de Curitiba, Tacla Duran implicou Moro e Dallagnol. A partir das menções, Appio decidiu enviar o caso ao Supremo, tribunal responsável pela análise de questões envolvendo parlamentares com foro privilegiado. O advogado foi incluído no programa federal de proteção a testemunhas.


Tacla Duran mora na Espanha e responde a processo por lavagem de dinheiro, no qual é acusado de operar contas no exterior criadas pela extinta Odebrecht para pagamento de propina.


Pela decisão de Toffoli, o advogado fica autorizado a entrar no Brasil e seguir para a Câmara no dia em que será ouvido. A Polícia Federal deverá garantir o livre trânsito do advogado para chegar a Brasília.


As ilegalidades de Moro e Dallagnol ficaram mais evidentes a partir de 2019, após a chamada Vaza Jato, quando começaram vir a tona as conversas deles dois com procuradores do Ministério Público Federal (MPF-PR). De acordo com os diálogos, o ex-juiz interferia na elaboração das denúncias, que devem ser feitas por promotores, para que, sem seguida, o magistrado decida se condena ou absolve a pessoa investigada.


Em 2021, ministros do Supremo declararam a suspeição de Moro nos processos contra o atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em 2022, o ex-juiz foi derrotado no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) por fraude em domicílio eleitoral e, por consequência, decidiu ser candidato a senador pelo estado do Paraná.

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