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STF: maioria nega recurso de Bolsonaro para tirar Moraes do inquérito do golpe

  • 6 de dez. de 2024
  • 2 min de leitura

Jair Bolsonaro e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (Foto: Antonio Augusto/TSE)

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta sexta-feira (6) para rejeitar o recurso no qual o ex-presidente Jair Bolsonaro pretende afastar o ministro Alexandre de Moraes da relatoria do inquérito do golpe.


Prevalece no julgamento virtual o voto do presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, que foi seguido pelos ministros Flávio Dino, Edson Fachin, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Dias Toffoli.


Moraes está impedido de votar por ser alvo do pedido de afastamento. Faltam os votos de quatro ministros: Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Kassio Nunes e André Mendonça - os dois últimos foram indicados à Corte por Jair Bolsonaro. A votação ficará aberta até sexta-feira (13).


A defesa do ex-presidente recorreu ao plenário da Corte para derrubar a decisão individual de Barroso, que, em fevereiro deste ano, negou pedido feito pela defesa do ex-presidente para que Moraes seja impedido de atuar no processo.


Após a decisão, os advogados recorreram ao plenário para reafirmar que Alexandre de Moraes figura como vítima nas investigações. Segundo a defesa de Bolsonaro, pelas regras do Código de Processo Penal (CPP), o juiz não pode atuar no processo em que ele próprio for parte diretamente interessada. .


De acordo com o entendimento de Barroso, Alexandre de Moraes não configura como vítima nas investigações do golpe.


"A simples alegação de que o ministro Alexandre de Moraes seria vítima dos delitos em apuração não conduz ao automático impedimento de sua excelência para a relatoria da causa, até mesmo porque os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e de tentativa de golpe de estado têm como sujeito passivo toda a coletividade, e não uma vítima individualizada", justificou o presidente.


No mês passado, Bolsonaro e mais 36 aliados foram indiciados pela Polícia Federal (PF) pela tentativa de golpe. De acordo com as investigações, Bolsonaro tinha conhecimento do plano para matar Alexandre de Moraes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente, Geraldo Alckmin.

 
 
 

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