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STF torna réus mais 200 golpistas do 8 de janeiro


(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou réus mais 200 denunciados envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro, quando bolsonaristas depredaram a sede do Supremo Tribunal Federal (STF), o Congresso e o Palácio do Planalto.


O placar do julgamento virtual foi finalizado por volta das 23h dessa terça-feira, com oito votos que seguiram totalmente o relator, ministro Alexandre de Moraes, pelo recebimento integral das denúncias.


André Mendonça e Nunes Marques, ministros indicados à Corte pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foram únicos a divergir parcialmente do relator e aceitaram a acusação somente para os acusados que participaram da depredação, não incluindo quem foi preso no quartel do Exército (usado como local de concentração dos golpistas), em Brasília, um dia após os atos.


Em função de aposentadoria de Ricardo Lewandowski, a Corte não conta com o voto do 11° ministro.


Até o momento, 300 investigados se tornaram réus após decisão da Corte. Cerca de 1,3 mil pessoas foram denunciadas ao Supremo pela Procuradoria-Geral da República (PGR).


Além do relator, votaram pelo recebimento das denúncias os ministros Dias Toffoli, Edson Fachin, Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Luiz Fux e a presidente, Rosa Weber.


Mais 250 devem ir para o 'banco' dos réus

Logo após o encerramento dos votos dos ministros, a Corte iniciou, à meia noite, o julgamento mais 250 envolvidos nos atos golpistas. É a terceira leva investigados, totalizando 550 das 1,3 mil denúncias apresentadas pela PGR. O voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, a favor do recebimento das denúncias, foi o primeiro a ser inserido no sistema.


O julgamento será finalizado na próxima segunda-feira (8). Na modalidade virtual, os ministros depositam os votos no sistema eletrônico e não há deliberação presencial.


Se a maioria dos ministros aceitar as denúncias, os acusados passarão a responder a uma ação penal e se tornam réus no processo. Eles deverão responder pelos crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático de direito, golpe de estado, dano qualificado e incitação ao crime.


Conforme levantamento do STF, das 1,4 mil pessoas que permaneceram presas no dia dos ataques, 294 (86 mulheres e 208 homens) continuam no sistema penitenciário do Distrito Federal. Os demais foram soltos por não representarem mais riscos à sociedade e às investigações.


Com informações da Agência Brasil

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