Suspeito de ser olheiro do Hezbollah diz que foi ao Líbano para tocar pagode
- 13 de nov. de 2023
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O suspeito preso no último domingo (12) pela Polícia Federal de agir como olheiro do Hezbollah negou as acusações. Em depoimento prestado aos investigadores, o homem identificado como Michael Messias disse que esteve no Líbano duas vezes para se apresentar em shows como cantor de pagode.
As informações, obtidas pelo G1, apontam que as viagens de Messias teriam sido pagas por Mohamad Khir Abdulmajid, apontado por uma investigação do Fantástico como principal investigado da Operação Trapiche da Polícia Federal, que analisa possíveis células terroristas do grupo libanês no Brasil.
Em interrogatório, Messias negou as acusações de ter sido contatado pelo Hezbollah. O detido já teria passagem pela Justiça e fez viagem para o Líbano nos últimos anos. Outros nomes presos pela PF, como parte da Trapiche, também já viajaram para o Líbano, além de estarem na lista vermelha da Interpol, segundo a Folha de São Paulo.
De acordo com as investigações da PF, a suposta célula do Hezbollah estaria recrutando voluntários para atos de terrorismo contra prédios da comunidade judaica no Brasil.
Ainda segundo as investigações, um libanês naturalizado brasileiro, procurado pela Interpol, encabeçaria junto com Mohamad Khir Abdulmajid o esquema de aliciamento para o Hezbollah.










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