TCU dá dez dias para Saúde esclarecer superfaturamento


(Divulgação/Bharat Biotech)

O ministro Benjamin Zymler, do Tribunal de Contas da União (TCU), subiu o tom e deu prazo de dez dias para que o Ministério da Saúde preste esclarecimentos sobre o preço contratado pela vacina indiana Covaxin, a mais cara negociada pelo governo federal e objeto de pedidos de propina.

O magistrado destacou que, se as respostas e documentos sobre a negociação da compra da vacina não forem enviados à corte no prazo fixado, sem causa justificada, constituirá “irregularidade grave passível de ensejar a aplicação da multa”.

Citado pelo G1, Zymler também pediu a cópia de todos os documentos e atas de reunião entre representantes da Bharat Biotech, produtora da Covaxin, a Precisa Medicamentos, que atuou como intermediária, e integrantes do Ministério da Saúde, que trataram das negociações para a compra do imunizante no dia 20 de novembro do ano passado.

No despacho assinado nesta segunda-feira, Zymler reitera questionamentos que não foram respondidos pela pasta da Saúde, faz novas perguntas e solicita documentos sobre uma reunião entre representantes das empresas Bharat Biotech, produtora da vacina Covaxin, Precisa Medicamentos, que intermediou a compra com o governo brasileiro, e integrantes do Ministério da Saúde, realizada em 20 de novembro do ano passado.

O pedido do ministro é parte da investigação conduzida pelo tribunal para apurar as irregularidades na compra da Covaxin.

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